Queda de Dilma e provável prisão de Lula exterminam o projeto de poder do PT

O PT fez de tudo para evitar o impeachment, usou de todas as armas possíveis e imagináveis, comprou consciências e promoveu um verdadeiro leilão de cargos na véspera da votação, mas a situação atual do país, os inúmeros casos de corrupção desvendados e, fundamentalmente, o clamor popular, não permitiram êxito nesta derradeira empreitada petista.


Tudo contribuiu para este desfecho, inclusive o fatídico vazamento da gravação de um telefonema que Dilma fez para Lula, atestando que a nomeação do ex-presidente visava tão-somente a obtenção de foro privilegiado.

É evidente que a votação do dia 17 de abril teve o essencial componente político. Não poderia se esperar outra coisa numa casa política.

Assim sendo, a total perda de condições de governar e a completa desmoralização da presidente, não poderiam redundar em outro resultado.

Dilma está fora...

Porém, as consequências que advirão nos próximos dias não permitirão que o país durma. Novos e importantes acontecimentos vão eclodir.

Lula não terá mais, de forma alguma, o nefasto ‘foro privilegiado’.

Diante disso, é quase inevitável uma nova investida da Operação Lava Jato contra o ex-presidente, agora totalmente enfraquecido. Nesta terça-feira (3), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ligou o alarme.

Com tudo isto, está definitivamente enterrado o projeto de poder estruturado pelo PT. Um plano de poder para vinte anos, que se encerra de forma melancólica, com quase toda a cúpula partidária envolvida em escândalos de corrupção.

Após a reeleição de Dilma, o sonho petista era ampliar este projeto. Lula voltaria em 2018, ficaria mais oito anos, para a implantação de algo nos moldes de Cuba, Venezuela ou Bolívia.

O impeachment pôs fim a tudo isso. O plano ruiu.

Amanda Acosta

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