O plano do MST é inviabilizar novo governo, diz Stédile

O MST não aceita o impeachment da presidente Dilma Roussef e já traçou estratégia para o eventual governo de Michel Temer.


A meta do movimento é trabalhar para inviabilizar todas as ações que partam do vice-presidente, enquanto estiver no exercício da presidência.
Uma das medidas que os movimentos sociais ligados ao PT pretendem, é promover uma paralisação geral antes do fim do processo no Senado, afirmou João Pedro Stédile, um dos principais dirigentes do MST, em entrevista ao programa Espaço Público, da TV Brasil.


Na opinião de Stédile, o “golpe” contra Dilma é articulado por uma parcela da burguesia, principalmente aquela ligada ao setor financeiro, cuja meta principal não é a troca do presidente, mas a implantação de medidas neoliberais que os movimentos sociais ‘não aceitarão’.

da Redação

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