A guerra de narrativas e a importância do setor de comunicação do governo

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Além da Guerra Política, acontece no país a Guerra de Narrativas, que é importantíssima no cenário nacional pois é ela que controla a versão dos fatos, e a importância desses na “relativização da verdade” nesses tempos pós-modernos em que estamos.

O Governo Federal deveria mostrar as suas ações no combate ao coronavírus, usando os meios de comunicação oficiais à sua disposição para falar ao cidadão comum qual foi o seu empenho, quais foram as ações adotadas, ou tudo que se descobriu sobre a tal vacina de que agora João Doria tenta tirar proveito como o responsável pela sua realização (aliás, sobre a vacina, qual afinal de contas está valendo? Nem se sabe, tamanha é a falta de esclarecimento do povo sobre a questão).

Se não fizer isso, assistirá calado a tiranetes como Doria, um conhecido oportunista que sempre usa os outros para se catapultar politicamente (quem não se lembra do “BolsoDoria” que o elegeu Governador de Estado?) tentar crescer em cima do episódio, e agir de maneira demagógica e populista, pretendendo, como diz uma expressão popular, “fazer cortesia com chapéu alheio”, tirando proveito de um trabalho executado pelo Governo Federal e pelo Ministério da Saúde.

Infelizmente, estamos vendo isso acontecer de forma clara, nesse episódio dessa vacina cujo uso hoje a ANVISA autorizou de forma emergencial.

Que falta faz uma comunicação estratégica por parte do Governo Federal!

O setor de comunicação de um governo é um dos principais, e mais estratégicos, para o povo saber a verdade dos fatos, especialmente em um ambiente recheado por mentiras, nessa guerra de narrativas.

Fazemos todos a nossa parte aqui, nós (a militância). Eu, você, e vários amigos e companheiros de trincheira. Mas não somos governo, não temos cargos públicos, e não temos meios de desmontar nacionalmente, de forma cabal e contundente, com números oficiais em tempo real, a narrativa que será criada a favor de Doria nesse caso da vacina.

A única coisa que eu almejo, aqui com esse texto, é que ele sirva de uma pequena contribuição ao governo federal à reflexão sobre o tema.

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