Chegamos a um ponto em que alguns defendem a ‘cusparada’

Sem entrar no mérito se o ator José de Abreu e o deputado Jean Wyllys foram, de alguma forma, agredidos. Uma hipotética indignação não pode, em hipótese alguma, se sobrepor aos limites do respeito da condição humana.


Escarrar sobre um semelhante, dentro de um recinto público é o rompimento dos limites da decência e da civilidade.

Se houve a agressão, que se condene os agressores, mas, de forma alguma se pode inocentar os autores da 'cusparada'.

Jean, num plenário lotado, onde os seus excrementos por certo atingiram a outras pessoas. Zé de Abreu, num restaurante, onde as pessoas se alimentavam.

Uma total falta de respeito e compostura.

Um absurdo tentar explicar a cuspida como um gesto justo de indignação num programa dominical na maior rede de televisão do país.

Escarrou novamente sobre todos os telespectadores.

Edmundo Zanatta

da Redação

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