Covas defende seu “direito” de ir ao estádio e Fiuza não perdoa: “Plano Miami-Maracanã salvando as vidas boas dos hipócritas”

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Neste sábado, 30, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi flagrado no Estádio Maracanã, assistindo a partida entre Santos e Palmeiras - final da Copa Libertadores da América.

As fotos circularam rapidamente nas redes sociais e uma enxurrada de críticas ao tucano surgiram.

Isso porque ele, assim como seu fiel comparsa João Doria, impôs enormes restrições aos paulistanos, principalmente os comerciantes.

Covas rebateu as críticas e disse que era um “sonho” levar o filho para a partida.

Abaixo, a mensagem completa do prefeito tucano:

“Depois de 24 sessões de radioterapia meus médicos me recomendaram 10 dias de licença para recuperar as energias. Isso foi até a última quinta (28/01). Resolvi tirar mais 3 dias de licença não remunerada para aproveitar uns dias com meu filho. Fomos ver a final da libertadores da América no Maracanã, um sonho nosso.
Respeitamos todas as normas de segurança determinadas pelas autoridades sanitárias do RJ. Mas a lacração da Internet resolveu pegar pesado. Depois de tantas incertezas sobre a vida, a felicidade de levar o filho ao estádio tomou uma proporção diferente para mim. Ir ao jogo é direito meu. É usufruir de um pequeno prazer da vida. Mas a hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal.
Todos dentro do estádio poderiam estar lá. Menos eu. Quando decidi ir ao jogo tinha ciência que sofreria críticas. Mas se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila.”

O comentarista político, Guilherme Fiuza, sem meias palavras, disse o que pensa da “desculpa” dada por Bruno Covas:

"O Plano Miami-Maracanã salvando as vidas boas dos hipócritas enquanto milhões de trabalhadores sofrem restrições brutais sem um único laudo jamais ter fundamentado essa ciência de fundo de quintal. Como a sociedade pode aceitar 1 ANO desse escárnio? É muita vontade de ser escravo".

Confira:

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da Redação
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