Maia e Alcolumbre são os responsáveis pelo maior número de leis não sancionadas, em 15 anos

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, planeja aprovar 18 propostas que estavam paradas nas casas. A ideia é que, com Arthur Lira (PP-AL) eleito na Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) conduzindo o Senado Federal, os projetos econômicos avancem, em 2021.

Pacheco já sinalizou, consentindo que vai pautar as reformas econômicas “com urgência”. Lira também deu aval para votar a PEC Emergencial e as reformas administrativa e tributária, neste primeiro semestre.

O Governo Bolsonaro enviou número recorde de medidas provisórias ao Congresso, mas boa parte delas foi ignorada. Até mesmo durante o ano pandêmico, Paulo Guedes recebeu “sonoros nãos”, quando chegou a enviar ofício aos presidentes da Câmara e do Senado, pedindo para que fosse acelerada a tramitação de 19 projetos econômicos, em março de 2020. Apenas três foram sancionados.

Juntos, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), atuais presidentes da Câmara e do Senado, foram os responsáveis pelo maior número de leis não sancionadas pelas casas, em 15 anos.

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Fonte Poder360

da Redação
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