Causas e sintomas... Lira e Pacheco, o Brasil inteiro aplaudirá vocês!

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O que determina o quão perigoso é a oposição no Brasil, no caso faço referência a atual oposição, claro, não são as frágeis causas que defendem, mas sim os sintomas que apresentam.

Seja na oposição partidária, na oposição dos bastidores, seja na oposição da imprensa ou mesmo na oposição do público, basta algum fato que vá atrapalhar os planos deles, que de forma imediata, esperneiam, ficam desequilibrados e se entregam feito baratas tontas.

Esse devaneio que promovem tentando atingir o governo é simplesmente ridículo. Há quanto tempo discursos de genocida, fascista, negacionista, Queiroz, rachadinha, enfim, narrativas que caíram no vazio, mas que a oposição sustenta, sem nenhum efeito prático?

São discursos que já caíram por terra. E hoje, dois anos depois do governo assumir, eles que já tentaram atingir quem está no entorno da presidência, como deputados, senadores, secretários, ministros, começam a entrar em parafuso.

Vou explicar, pois o vazio é profundo. A apelação das denúncias do leite condensado, por exemplo, virou piada no mundo inteiro. O chororô de artistas (?), que se autodenominam importantes na vida da sociedade, apenas fazem deles mesmos, os palhaços do circo.

Até governantes municipais e estaduais não conseguem emplacar suas políticas públicas, e invencionices, no trato da pandemia com a mesma pujança que fizeram no ano passado. Já se vêem confrontados nisso.

Agora, uma situação muito mais séria, muito mais grave, neste contexto, concerne a questões ligadas aos poderes da república. Com o evento das mudanças dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, respectivamente, Arthur Lira no lugar do Rodrigo Maia e de Rodrigo Pacheco no lugar do Davi Alcolumbre, as coisas mudaram de tom. Se ideologicamente não é o ideal, é uma chama que se acendeu para dias melhores no aspecto da governabilidade.

Vou direto ao ponto para mostrar a gravidade da situação, e rogo neste minifúndio, que Lira e Pacheco, tenham um mínimo de sensibilidade para estas tratativas. Todo mundo sabe que o “rabo preso” dos políticos dão o norte para que não se estabeleça a justiça no país.

Todo mundo sabe que o ex-presidente do Senado, o Alcolumbre, não fez seu papel de colocar a plenário 39 pedidos de impeachment contra ministros do STF, porque se protege e também a muitos de seus pares senadores (sem deixar de citar os deputados também). Pelo contrário, os arquivos todos, na calada da noite, nos seus últimos dias como presidente.

Espera-se coragem, agora, do Rodrigo Pacheco. A escolha de colocar seu nome na berlinda da vergonha, caso não paute novos pedidos de impeachment, que já começam a chegar à sua mesa, vai ser dele. Está nas mãos dele a escolha de ser um PEPE LEGAL ou um DICK VIGARISTA.

E as mexidas dentro do Senado para que as coisas permaneçam como estão, já começaram. Tem senador pedindo penico, mas tem aqueles que partem para o ataque. O próprio Alcolumbre já mexe no tabuleiro para assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa. Ou seja, não querer largar o osso não é nada, pior é querer continuar escamoteando as “tretas” políticas, inclusive, as próprias.

E por falar em CCJ, vamos passar pelo outro lado do Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados. Citado os esperneios das baratas tontas, olha só como ficaram os ministros do STF com a indicação da deputada Bia Kicis para assumir a presidência da CCJ na Câmara.

O rebuliço causado por essa indicação deixou o STF em polvorosa, e o que pode justificar isso senão o de colocar publicamente os desmandos do judiciário, e principalmente, os reflexos que virão em seguida? É ou não é sintoma de que tem “coisa” errada por lá? Ou seja, eles mesmos se entregam. Fora o agravante da interferência de um poder em outro poder. Isso não pode ficar assim!

Cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira, honrar a indicação, mesmo porque ele foi o primeiro a conceder “acordos” para alinhar os membros da mesa diretora da Câmara, e o povo “aceitou” engolir a presença do suspeito, investigado e denunciado por diversos crimes, o deputado Luciano Bivar, como um vice-presidente da mesa.

Deste acordo, saiu o nome da Bia Kicis, e é ela quem deve assumir a condição de presidente da CCJ. Ponto! Qualquer outra situação tira a condição de acordo, virando assim, imposição.

E detalhe: a claque que bate palmas para que o nome dela não seja referendado, por si só, já é um sintoma de que a sua indicação é acertada. Tem competência, experiência e coragem. A sociedade, em peso, apoia e exige o nome dela para a CCJ.

É irretocável afirmar que os sintomas devem ser considerados para tomada de decisões.

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