Esse é o ‘Deus’ que tirou o WhatsApp do ar

Marcel Maia Montalvão, titular da Vara Criminal da comarca de Lagarto (SE), a 75 quilômetros da capital, Aracaju, é o cidadão que numa decisão sobre um problema regional, entendeu que poderia prejudicar mais de 100 milhões de pessoas.


Formado em 2001 pela Faculdade de Direito da Universidade Tiradentes (SE), Marcel Maia Montalvão prestou concurso para juiz substituto do estado de Sergipe em 2004, tendo sido aprovado em 15º lugar com a nota de 6,79. Naquele ano, o primeiro colocado passou com 7,38.

O processo que culminou na determinação de Montalvão é o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do app, para a América Latina. O magistrado quer que a companhia repasse informações sobre uma quadrilha interestadual de drogas para uma investigação da Polícia Federal, o que a companhia se nega a fazer.

Diante disso, ao invés de punir a empresa, o magistrado resolveu aplicar um ‘castigo’ generalizado.

Aliás, esta é a segunda vez que Marcel Montalvão apronta tal travessura.

Em nome de um problema localizado, o sujeito deu uma ordem no sentido de que todos os brasileiros usuários do aplicativo fossem afetados.

Um fato estarrecedor.

Nesse compasso, amanhã poderemos todos ficar sem luz, água e telefone, basta que um magistrado qualquer, por um motivo qualquer, entenda que a empresa concessionária de um serviço qualquer, deva parar de trabalhar por uma questão qualquer.

Uma abominável falta de bom senso.

Amanda Acosta

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