Frente a frente com jornalista da Folha, Salles detona: "Militância disfarçada de jornalismo" (veja o vídeo)

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Na última segunda-feira (08), o programa ‘Direto ao Ponto’, da Jovem Pan, comandado por Augusto Nunes, recebeu o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles para responder questionamentos feitos por José Maria Trindade, Kellen Severo, Ana Carolina Amaral e Sucena Resk.

Falando sobre diversos temas, entre eles a meta, divulgada pelo governo federal, de desmatamento ilegal zero, a necessidade da regularização fundiária, o uso do ‘Fundo Amazônia’ e a relação do governo Bolsonaro com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o ministro falou sobre as ações do governo nesta área:

“Se nós tivéssemos conseguido avançar com a regularização fundiária, já teria melhorado o desmatamento da Amazônia, se nós tivéssemos tido, no passado, coisa que estamos fazendo agora, o pagamento dos serviços ambientais, já teríamos melhorado a bioeconomia, estamos fazendo muita força para que se atraia empresas para a Amazônia, empresas ligadas à área da bioeconomia, biodiviersidade, produtos compatíveis com a sustentabilidade. Tem a operação da ‘Garantia da Lei e da Ordem, tem o ‘Adote um Parque’. Portanto, tem uma série de ações do governo federal no sentido de diminuir o desmatamento ilegal”, explicou ele.

Ao falar sobre os ataques que sua pasta recebe, incansavelmente, Salles disse:

"Eu não tenho a postura de dizer que nós somos imunes ao erro. Onde há erro, a gente conserta. Mas há uma diferença de perspectiva: ambas as visões, desse que nos atacam e as nossas, são no sentido de preservar o meio ambiente. A diferença está em ‘como’. Muitos destes grupos entendem que a melhor forma de proteger o meio ambiente é gastar fundos de recursos em seminários, palestras, viagens, em discussões intermináveis, em pesquisas que não levam nada a lugar nenhum. E nós entendemos que as ações concretas são mais importantes", declarou ele.

Mas o ponto que mais chamou a atenção durante a entrevista, foi o fato de que, ao responder questionamentos de Ana Carolina Amaral, o ministro era constantemente interrompido pela jornalista, tanto que Augusto Nunes precisou interromper e pedir que o ministro pudesse terminar de responder o questionamento, para que, após, Carolina comentasse, a fim de manter um mínimo de ordem na conversa.

Após a intervenção de Augusto Nunes, o ministro Salles ainda ironizou:

“Eu sei que a Carol é ótima jornalista, mas há uma mistura entre jornalismo e militância, aqui”, disse ele.

Confira:

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da Redação
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