“Mídia do Ódio” tenta macular a reputação do General Eduardo Villas Boas

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É asquerosa a forma como vemos a imprensa “vermelha” tentar jogar, literalmente, no lixo a trajetória profissional ou pessoal de pessoas que tiveram grande êxito no Brasil. É o caso do General Eduardo Villas-Boas.

O militar lançou, recentemente, um livro em que narra vários fatos - alguns de 2018 -, meses antes da eleição presidencial que levou Jair Bolsonaro à vitória esmagadora em cima do petista Fernando Haddad.

Villas-Boas, ao contrário de muitos políticos que iniciaram na vida pública e dela fizeram palco de crescimento, ingressou no Exército brasileiro aos 16 anos. Passou pela Escola de Cadetes, Academia das Agulhas Negras, foi da Infantaria, 2º Tenente, capitão, major, tenente-coronel. Por fim, não se aposentou nem descansou quando foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), vontade típica daqueles que não temem o trabalho. Mesmo com a doença e sem poder caminhar, ele continuou o tratamento fisioterápico e a rotina de exercícios para poder manter-se à frente de 222 mil homens.

Foram tantos os feitos do General Villas-Boas que caberiam em um livro. E, de fato, ele escreveu uma publicação. Tudo correria bem, se ele não tivesse citado o nome “inabalável” do ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva. Bastou dizer que o Exército julgou a possibilidade de pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a recusar um habeas corpus que poderia ter impedido a prisão do petista, para a “mídia do ódio” levantar bandeiras e dizer que o ex-comandante do Exército “pavimentou” a ascensão do presidente Jair Bolsonaro ao cargo de presidente da República.

Seria muita “pequenez” se o colunista do portal UOL, Kennedy Alencar, não percebesse que o Exército nem precisou fazer nada do que, supostamente, foi cogitado. O fato é que a corrupção instalada nos Governos do PT ficou tão evidente que o povo foi às ruas. Ninguém queria mais Lula na presidência. O desemprego crescia, as empresas “quebravam” e a aproximação de governos comunistas, fez o povo clamar por um chefe do Planalto mais idôneo, justo e competente.

O que existe no texto de Alencar é apenas aquela “resistência” da qual falaram em 2018. Eles não aceitam vitória de um candidato oponente ao petista. A pressão de que insistem em dizer que o STF sofreu, em 2018, na verdade, são delírios. A Suprema Corte agiu como deveria, realmente, atuar em um contexto onde “explodiam” manifestações públicas da sociedade civil cobrando por respostas.

O único ato covarde seria o STF ignorar os apelos da população e os crimes cometidos pela esquerda. Apesar de que isso, já ocorre, hoje em dia. Mas, sinceramente, covarde mesmo é delegar a um homem de saúde frágil a incompetência de um governo corrupto e fraudulento.

Patrícia Salles. Jornalista

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Fonte: UOL

da Redação
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