Urge julgarmos e condenarmos os criminosos da “guerra contra a Covid-19”

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A história é conhecida: logo após o término da segunda grande guerra mundial (1939-1945) os aliados, vencedores do conflito, criaram o ‘Tribunal Militar Internacional’ (TMI), na cidade de Nuremberg (Alemanha). O propósito era julgar os criminosos nazistas, responsáveis pelos mais diversos crimes hediondos contra a humanidade, hoje amplamente conhecidos em virtude de livros, filmes, documentários, vídeos, relatos, relatórios, etc. Posteriormente o TMI ficou mais conhecido como “julgamento de Nuremberg”.

Sem embargo, o TMI foi importante por diversas razões. Além de ter sentenciado alguns dos mais perversos criminosos de guerra daquele conflito, no decorrer dos julgamentos ocorreram investigações sobre a malignidade desses indivíduos (ver, por exemplo: Dimsdale, Joel. “Anatomia do mal. O enigma dos criminosos de guerra nazistas”). Afinal, por que alguém cometeria tais crimes abomináveis contra outros seres humanos? O que levaria indivíduos aparentemente “normais”, até então vivendo em sociedade e em acordo com suas regras, a violarem de forma tão brutal as demandas mínimas de humanidade?

Com efeito, como sabemos, o nazismo não foi, ao longo da história, a única manifestação da malignidade humana. Sabemos que ele pode ter sido responsável pela morte de 5 a 6 milhões de judeus (é impossível termos dados precisos). Mas os regimes comunistas causaram mais de 100 milhões de mortes ao longo do século XX (Ver, por exemplo: Courtois, Stéphane. “O livro negro do comunismo: Crimes, terror, repressão”).

Desse modo, tendo em mente que sempre enfrentaremos violações, muitas vezes genocidas, da dignidade da pessoa humana, tribunais como o de Nuremberg devem ser sempre também instituídos, especialmente para julgar e punir aqueles que insistem em violar direitos fundamentais, como o direito à vida.

Assim, existem diversas violações aos direitos humanos sobre as quais pouco, ou nada, se fala. No passado houve genocídios como os citados acima, cometidos pelo regime nazista e por governos de cunho socialista (estes ainda atuantes na violação de direitos). Houve, também, o extermínio de escravos, povos indígenas, etc. Hoje esses casos são conhecidos e, com exceção dos regimes comunistas (ainda exaltados por muitas mentes pervertidas), são casos de repúdio social reconhecidos, por pessoas moralmente funcionais, pelo que são: manifestações do mal, do que de mais perverso e doentio há na natureza humana.

Mas, voltando ao tribunal de Nuremberg em particular, à época em que milhões eram mortos em campos de concentração a população alemã e mundial, em sua maioria, não se apercebia da barbárie humanitária que estava em andamento. Ou não sabiam ou desviavam o olhar.

Será que algo assim ocorreria nos dias de hoje? Será que haveria, hoje, a mesma apatia moral vigente à época, a qual permitiu que os nazistas avançassem em sua agenda execrável?

Lamentavelmente, penso que sim.

O que me faz considerar que esse é o caso nos dias que correm é a apatia moral daqueles que insistem em negar algumas evidências. Refiro-me, aqui, particularmente às discussões em torno das medidas adotadas por diversos governos contra a Covid-19.

Desde o início governos de várias partes do mundo agiram em acordo com as orientações da ‘Organização Mundial da Saúde’ (OMS), promovendo lockdowns, isolamento e distanciamento sociais, uso obrigatório de máscaras, apenas para citar as providências mais conhecidas. O resultado dessas medidas foram colapso econômico, diversas colateralidades para a saúde (mental e física), tragédia educacional, etc.

E, se não bastassem essas medidas, deletérias por elas mesmas e por seus resultados, ainda se está tentando impedir que as pessoas busquem pelo tratamento precoce para evitar que o indivíduo tenha sua situação agravada e vá a óbito.

Recentemente, inclusive, uma medida judicial impediu que uma prefeitura distribuísse kits para tratamento precoce à população em situação de vulnerabilidade social. Nesse caso, não se trata apenas de impedir a busca pela saúde (vida), mas de se impedir que as pessoas mais vulneráveis alcancem a saúde. Afinal, pessoas mais abonadas e informadas buscarão pelo tratamento precoce caso sintam os primeiros sintomas da doença. Digo abonadas e acrescento o “informadas”, pois em muitos planos de saúde particulares o protocolo médico é esse: o paciente chega com sintomas da doença, como febre, dor de cabeça, etc, e é encaminhado para casa com uma prescrição de paracetamol ou dipirona e com a recomendação de voltar em caso de piora dos sintomas.

Ou seja, o paciente, caso siga esse protocolo, retorna futuramente ao centro médico em busca de ajuda, já com a doença (infecção) em estágio avançado para que o tratamento precoce funcione, vai para a UTI, é entubado e eventualmente morre. Simples assim. Quem não soube de relatos de casos como esse?

Por outro lado, quem não conhece casos de pessoas que, tendo feito o tratamento precoce devidamente prescrito (hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, zinco ...), se recuperaram prontamente? São incontáveis os casos. Se usássemos como critério apenas o método indutivo, certamente já teríamos assentado que, pelo momento, o mais adequado (se o propósito for verdadeiramente salvar vidas) é prescrever o tratamento precoce.

Ou seja, há evidências empíricas suficientes da efetividade do tratamento. Na verdade, há evidências empíricas que simplesmente corroboram a conclusão de que as medidas citadas acima, sob a chancela da OMS, são não apenas ineficientes: elas arruínam vidas, ocasionalmente as extinguindo.

Sobre as ações promovidas por diversos governos, por prefeituras e governos estaduais no Brasil, por exemplo, elas causaram diversas colateralidades funestas. O lockdown, hoje sabemos, não salva vidas: ou as liquida ou as coloca em situação de miserabilidade. Abordei a questão do lockdown em diversos textos aqui no JCO, alguns dos quais terão seus links colocados abaixo desse texto.

Mas, em resumo, nos meses de abril, maio e junho escrevi especialmente focado em mostrar não apenas que o lockdown era ineficiente e um crime de lesa humanidade: expus, também, uma série de pesquisadores influentes que demonstraram, desde uma perspectiva científica, que o lockdown era um erro terrível, um erro que causaria a violação de diversos direitos fundamentais (vida, liberdade, etc).

Dentre os pesquisadores que citei estavam, por exemplo, o professor e pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade Stanford, Michael Levitt, o qual, aliás, foi agraciado com o prêmio Nobel de química em 2013.

Também estão nessa lista Johan Giesecke (Professor emérito do Instituto Karolinska, em Estocolmo, bem como consultor da Agência de saúde pública da Suécia – tendo também passado, como médico infectologista, pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres), Sucharit Bhakdi, o qual é especialista em microbiologia, bem como Professor na prestigiosa Johannes Gutenberg-Universität Mainz (ele é um dos cientistas mais citados da Alemanha), Wolfgang Wodarg, médico alemão especialista em pneumologia e ex-presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Joel Kettner, Professor de Ciências de Saúde Comunitária e Cirurgia na Universidade Manitoba (Canadá), bem como diretor médico do Centro Internacional de Doenças Infecciosas, John Ioannidis, Professor de Medicina, Pesquisa e Políticas na área da Saúde e de Ciência de dados biomédicos da Faculdade de Medicina da Universidade Stanford, Yoran Lass, médico israelense e ex-diretor geral do Ministério da Saúde em Israel, Pietro Vernazza, especialista em doenças infecciosas no Hospital St. Gallen e Professor de Políticas de Saúde, Frank Ulrich, radiologista, ex-presidente da Associação Médica Alemã e diretor da Associação Médica Mundial, Hendrik Streeck, pesquisador do vírus HIV, epidemiologista e pesquisador clínico, Yanis Roussel, pesquisador do Institut Hospitalo-universitaire Méditerranée Infection (Marseille), David Katz, diretor fundador do Centro de Pesquisa em Prevenção da Universidade Yale, Michael T. Osterholm, professor e diretor do Centro de Pesquisas e Políticas em Doenças Infecciosas da Universidade de Minnesota, Peter Goetzsche, Professor de Pesquisa Clínica, Design e Análise na Universidade de Copenhagen, Isaac Ben, da internacionalmente reconhecida Israel Space Agency (ISA) e da University of Tel-Aviv, Knut Wittkowski (Department of Biostatistics, Epidemiology, and Research Design da Rockefeller University – York), et al.

As credenciais acadêmicas desses pesquisadores são prodigiosas. No entanto, eles foram simplesmente ignorados em suas abordagens sobre as medidas de lockdown. Até onde acompanho as manifestações de governadores e prefeitos, não testemunhei uma única referência a eles. Pelo contrário, youtubers, “artistas” e outros sujeitos desqualificados parecem ter mais influência sobre governadores e prefeitos do que cientistas como os citados acima, com méritos acadêmicos e intelectuais preciosos para uma avaliação de políticas públicas relacionadas a pandemias. Para que se tenha uma ideia de quão desorientados estamos, o governo do Rio Grande do Sul se notabilizou por ser “orientado”, ao menos no início da pandemia, por um educador físico, sem qualquer formação em medicina.

No RS vigeu um isolamento terrível, o qual causou danos irreparáveis à economia, à saúde (mental e física), condenando uma parcela considerável da população ao desemprego, à miséria e às colateralidades perniciosas à saúde de uma população submetida a um isolamento desnecessário. Aliás, acrescente-se a matéria recente (“Innenministerium spannte Wissenschaftler für Rechtfertigung von Corona-Maßnahmen ein”), publicada por um dos mais importantes jornais das Alemanha, ‘Die Welt’, segundo a qual o governo alemão contratou cientistas do Instituto Robert Koch e de várias universidades para justificar as medidas extremas de lockdown.

Por que fariam algo assim? Se a questão não é a saúde, qual a razão para a imposição de lockdowns que irão causar diversos problemas humanitários?

Poder-se-ia falar também da obrigatoriedade do uso de máscaras por pessoas saudáveis, algo também objeto de questionamento, como expus aqui:

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/21829/uso-obrigatorio-de-mascaras-uma-agressao-a-liberdade-e-a-saude

Seu uso por pessoas saudáveis também pode estar relacionado a prejuízos à saúde, como exposto na bibliografia acadêmica que indico em minhas considerações no texto acima sugerido.

Mas há, ainda, outro aspecto, a meu ver hediondo, acerca das medidas adotadas no atual contexto pandêmico, qual seja, o impedimento de que pessoas doentes tenham acesso imediato a um tratamento que tem grande probabilidade de surtir o efeito esperado: salvar vidas.

Aliás, esse deveria ser o motivo fundamental da ação médica, especialmente se considerarmos algumas de suas promessas no momento da formatura: “prometo solenemente consagrar a minha vida ao serviço da humanidade”; “a saúde do meu doente será a minha primeira preocupação”; “guardarei o máximo respeito pela vida humana”.

Ou seja, na medida em que temos um doente e uma medicação que não apenas está tendo sua eficiência verificada empiricamente, mas que já possui dezenas de estudos acadêmicos corroborando seu uso, caberia ela se tornar o protocolo oficial, certo?

Bom, isso é o que pensam aqueles que estão engajados em salvar vidas. Mas nem todos têm esse propósito. Por idiossincrasias políticas, interesses econômicos fomentados pela Big Pharma, bem como por eventual estupidez, muitos médicos estão negando o tratamento precoce. Não apenas não o prescrevem: querem também a punição daqueles que, ao prescrevê-lo, têm salvo incontáveis vidas.

A minha, inclusive. Umas 12 horas após sentir os primeiros sintomas passei a usar imediatamente o tratamento precoce. Mesmo sendo do grupo de risco, apenas senti leves sintomas, tendo me recuperado de forma plena. Segui à risca a orientação médica: começar o tratamento antes mesmo de fazer o teste. Afinal, dado que a doença se agrava de forma muito rápida, é melhor começar o tratamento e não ter a doença do que ter a doença e começar o tratamento quando for tarde demais. Assim, somente alguns dias após o começo do tratamento tive meu resultado positivo. Na ocasião já estava em vias de alcançar a plena recuperação, julgo que em virtude do tratamento precoce.

Mas além do número expressivo de experiências descritas em relatos pessoais, há, ainda, as referências teóricas de pesquisadores como Didier Raoult, um dos mais relevantes pesquisadores a defender, com base em suas pesquisas, o tratamento precoce. A exemplo dos autores que citei e que defendem a ineficiência e a fatalidade do lockdown, Raoult tem credenciais acadêmicas impressionantes: coordena um laboratório com cerca de 86 pesquisadores, os quais publicam entre 250 e 350 papers por ano.

Seu laboratório também já registrou mais de 50 patentes. Raoult é o microbiologista mais citado da Europa e o 7º. mais citado no mundo, sendo o primeiro especialista, no mundo, em doenças transmissíveis. A revista ‘Nature’ o classificou como um dos dez principais pesquisadores franceses. Em 2017, de acordo com as citações do Google Scholar, ele foi citado mais de 104 mil vezes em outros artigos acadêmicos. Em suma, de acordo com os mais distintos critérios de avaliação ele é um pesquisador de altíssima relevância mundial.

Mas, desde que sugeriu o uso do tratamento precoce, baseado em suas pesquisas, ele tem sofrido uma campanha vil de difamação, de assassinato de reputação. Um dos últimos atentados contra ele foi a alegação, falsa, de que ele teria reconhecido que o tratamento precoce, especialmente o uso da hidroxicloroquina, não funciona. A propagação dessa fake News foi tão eficiente que quando digitamos o seu nome no Google todas as notícias que aparecem nas páginas iniciais são sobre ele ter negado a eficiência da hidroxicloroquina. Uma alegação deliberadamente falsa e perversamente mal-intencionada.

Nesse momento, centenas de estudos vão ao encontro das pesquisas de Didier Raoult, se destando o “Randomized Controlled Trials of Early Ambulatory Hydroxychloroquine in the Prevention of COVID-19 Infection, Hospitalization, and Death: Meta-Analysis”, da Universidade de Yale. Ele se destaca pois atende ao nível de evidência 1 para o tratamento da Covid-19.

Em suma, ele comprova que o uso da Hidroxicloroquina não apenas é seguro, como o comprova seu uso ao longo de quase sete décadas, mas efetivamente diminui a infecção, a necessidade de hospitalização e, claro, a morte. (Aliás, não deixa de ser intrigante que os inimigos da vida e da saúde questionem a “segurança” da Hidroxicloroquina, em uso por décadas, e defendam uma vacina produzida subitamente e com diversos relatos de mortes associados ao seu uso, os quais estão, aliás, em ascensão).

Outro medicamento que faz parte do tratamento precoce é a ivermectina. Sobre ela, estudo feito recentemente em Israel (“Ivermectin vs. Placebo for the Treatment of Patients With Mild to Moderate COVID-19”) demonstrou sua eficiência no tratamento precoce contra o coronavírus, tal como outros estudos que começam a surgir. Por essa razão alguns governos já a estão recomendando.

Mas não há espaço aqui para todas as referências de estudos corroborando a eficácia do tratamento precoce. Mesmo porque o que quero enfatizar é o crime de lesa humanidade que vem sendo cometido por aqueles que não apenas impõem medidas ineficientes e violadoras de direitos fundamentais (como o lockdown, por exemplo) à população, mas que também negam o acesso a medicamentos que têm grande probabilidade de evitar o agravamento da doença e o óbito.

Quando lembro de minha experiência e dos relatos de médicos e de pessoas que se recuperaram prontamente em virtude do tratamento precoce, me pergunto:

Quantas vidas foram perdidas desnecessariamente?

Quantas pessoas poderiam ter sido poupadas do sofrimento, do desespero e da miséria, colateralidades do lockdown?

Por fim,

Quem julgará aqueles que, por motivos torpes, insistiram em medidas (como a negação de acesso ao tratamento precoce) que muito provavelmente levaram a um morticínio evitável?

Qual será sua pena?

A verdade já está se tornando inegável. Em algum momento não haverá mais como negar o que descrevi acima. Teremos um novo “tribunal de Nuremberg” para julgar e condenar os responsáveis por tão grave violação de direitos humanos, especialmente da vida, sem a qual os demais direitos não podem ser efetivados? Ou permaneceremos nessa apatia moral enquanto vidas são vilipendiadas e, mesmo, exterminadas?

Links dos textos que mencionei acima:

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/20370/isolamento-inteligente-versus-isolamento-estupido-por-que-ainda-estamos-sendo-orientados-pela-estupidez

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/21245/por-que-as-pessoas-seguem-se-submetendo-a-estupidez-do-isolamento

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/21019/como-a-pandemia-do-comunavirus-e-mais-letal-do-que-o-coronavirus

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/19841/como-o-isolamento-social-pode-estar-se-tornando-um-crime-de-lesa-humanidade

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/20237/a-ciencia-contra-o-isolamento-social

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/20704/como-esquerda-tem-aviltado-a-ciencia-para-desservir-bolsonaro-e-o-brasil

Aqui há diversos estudos que apontam para a ineficácia do lockdown:

https://inproportion2.talkigy.com/do_lockdowns_work_2021-01-15.html

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Foto de Carlos Adriano Ferraz

Carlos Adriano Ferraz

Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral na State University of New York (SUNY). Foi Professor Visitante na Universidade Harvard (2010). É professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), bem como membro do Docentes pela Liberdade (DPL) nacional e diretor do DPL/RS.

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