O padre e o senador corrupto. Sócios?

09/05/2016 às 06:55 Ler na área do assinante

A paróquia pode ter funcionado como uma verdadeira lavanderia do dinheiro captado de maneira ilícita pelo ex-senador Gim Argello, que está preso e denunciado na Operação Lava Jato.

No foco das investigações, o padre católico Moacir Anastácio Carvalho.

A tese que está sendo apurada e investigada é a de que a grana da propina era doada para a paróquia, que ficava com uma ‘esmola’ e repassava quase que toda a integralidade para Argello.

Um plano ardiloso, audacioso e quase perfeito.

O padre jura que não devolveu o dinheiro.

Olha o pecado...

Amanda Acosta

redacao@jornaldacidadeonline.com.br

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