Renan quer anistia para hackers da “Lava Jato” e procuradores sobem o tom e escancaram a verdade

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O senador Renan Calheiros (MDB-AL) está propondo anistia para os seis hackers investigados por roubar mensagens de autoridades envolvidas na Operação “Lava Jato”. Ele acredita que as conversas reveladas são provas de perseguição política, influência no processo eleitoral, vazamento de informações sigilosas à imprensa e desprezo pelos direitos fundamentais dos acusados.

Na visão 'caolha' do senador, os diálogos demonstram que o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro foi parcial no julgamento e afirma que houve quebra de impessoalidade relativo aos membros do Ministério Público Federal (MPF).

Os procuradores estão reagindo com indignação ao projeto de lei.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Fábio George, argumenta que a proposta é inadequada, inconstitucional e contraria o interesse público.

“Não se pode adotar uma conduta de premiar, estimular essas ações, portanto, fazendo com que esses criminosos se sintam incentivados a adotar esse tipo de prática. É exatamente a reação contrária que se espera do Congresso Nacional”, alerta.

Vale lembrar que, até 2016, Renan Calheiros possuía 13 inquéritos na Justiça por corrupção. Ele é alvo de 12, no Supremo Tribunal Federal (STF), além de sofrer uma ação por improbidade administrativa na primeira instância.

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Fonte: JPNews

da Redação
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