Em defesa da vida, da liberdade e da prosperidade: Um apelo à Ciência contra o obscurantismo anti-humanista de prefeitos e governadores

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Abaixo seguem apenas alguns estudos para aqueles que estão verdadeiramente interessados em uma abordagem científica introdutória às questões relacionadas à Covid-19, como lockdown, tratamento precoce e uso obrigatório de máscaras. As informações encontradas nesses estudos não estão nem na grande mídia nem nas redes sociais (pois são frequentemente censurados como “fake news”).

São estudos revisados por pares e desenvolvidos de acordo com os rigores da metodologia científica. Não apenas isso, são estudos conduzidos por médicos pesquisadores da área da saúde, com credenciais acadêmicas importantes, não por médicos que se limitam à atividade cotidiana da medicina em seus consultórios, os quais estão, na maioria das vezes, desatualizados. Muitos sequer sabem, aliás, conduzir uma pesquisa científica.

Mas mesmo assim usam sua suposta “autoridade” para desinformar, ignorando de forma arrogantemente estulta pesquisas como as reunidas abaixo.

Dessa forma, dada a desinformação vigente na grande mídia e nas redes sociais, importa irmos às pesquisas, aos estudos que, aos poucos, têm revelado: 1. A ineficiência e, mesmo, nocividade do lockdown, o qual causa danos brutais não apenas à economia, mas, mesmo, à saúde; 2. A alta probabilidade de eficiência do tratamento precoce, com medicamentos tais quais hidroxicloroquina e ivermectina. 3. A ineficiência e nocividade do uso obrigatório de máscaras por pessoas saudáveis.

Em resumo, tais estudos deveriam estar presentes na discussão de políticas para a saúde no atual contexto pandêmico. No entanto, dado que a motivação para os recentes lockdowns e enrijecimento das medidas de distanciamento social, isolamento, obrigatoriedade do uso de máscaras, etc, não parece ser “salvar vidas”, tais estudos em momento algum parecem terem sido considerados.

Embora a narrativa seja “salvar vidas”, na medida em que pesquisamos nos colocamos algumas questões perturbadoras sobre o que realmente motiva prefeitos e governadores a tomarem tais decisões arbitrárias e sem qualquer embasamento científico. Aliás, as incoerências abundam, o que deixa claro a falta de uma robusta base científica para tais decisões, as quais, creio, repousam apenas na vontade, não na razão. E não apenas na vontade, mas em uma vontade perversa, insensível ao sofrimento, à miséria que tais medidas causam e causarão junto à população, especialmente àquela em situação de vulnerabilidade.

Mas a desqualificação científica na área da saúde, sobretudo junto àqueles aos quais cabe deliberar sobre ações de enfrentamento à pandemia, é um dos pontos que chama minha atenção. Em meu estado natal, por exemplo, o Rio Grande do Sul (RS), alguns nomes se destacam na influência sobre as decisões acerca do lockdown, da rejeição do tratamento precoce, da obrigatoriedade do uso de máscaras, etc. Já houve, por exemplo, a influência de um educador físico sem qualquer formação médica.

E desde o início há a presença de uma secretária estadual da saúde que não apenas não tem formação na área médica, mas que aparentemente nunca coordenou qualquer pesquisa científica (busquei pelo seu currículo Lattes e não o encontrei). A única informação acadêmica que encontramos quando pesquisamos por seu nome se refere a ela como “graduada em serviço social pela universidade de Pelotas” (aliás, não há “universidade de Pelotas” em Pelotas, mas Ucpel e Ufpel). Tal informação está no site da Secretaria Estadual da Saúde do RS.

Em suma, o RS tem uma secretária estadual da saúde sem formação acadêmica para o enfrentamento da pandemia e, aparentemente, sem experiência mesmo em pesquisas acadêmicas em sua área (serviço social). Pelo menos é o que pude inferir da ausência de referências a artigos, livros, etc, seus.

Não surpreende, pois, que os estudos que indico abaixo não tenham qualquer influência sobre as políticas adotadas no RS. Se pessoas que não são da área da saúde estão ganhando proeminência nas ações estatais, creio que não podemos esperar resultados auspiciosos. Que dirá, então, quando elas não apenas não são da área da saúde, mas sequer têm habilitação para a pesquisa científica.

Mas o aspecto deletério dessa situação é que essas pessoas estão tendo uma influência sobre medidas radicais, como expus aqui:

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/27201/quando-a-ciencia-e-obliterada-pela-sienscia

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/27292/hoje-balas-de-borracha-disparadas-contra-a-populacao-e-amanha

Isso significa que prefeituras e estados seguirão com essa violação torpe dos direitos fundamentais consagrados na ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos”, de 1948, como direito à vida, à liberdade, etc. Tais direitos foram arbitrariamente revogados com a imposição de lockdowns, toques de recolher, obrigatoriedade do uso de máscaras, etc.

Mas acima considerei apenas a mera incompetência de indivíduos que deliberam motivados desde seu obscurantismo.

Há, também, aqueles que agem motivados por interesses perversos ligados a pretensões políticas. Observem que, em surpreendente sincronia, diversos prefeitos e governadores decretaram lockdowns rigorosíssimos na última semana. Coincidência? Ou seria uma estratégia para fazer colapsar gravemente a economia e a saúde, para, assim, atingir o presidente da república, um dos poucos, aliás, a defender, desde o início da pandemia, políticas que estão em profundo acordo com a ciência?

Sim, Bolsonaro estava certo desde o início. A Ciência o tem comprovado.

Se há dúvidas, basta ler as pesquisas abaixo indicadas. Aliás, quando alguém for chamado de “obscurantista”, “negacionista”, por ser contrário ao lockdown, à obrigatoriedade do uso de máscaras e defensor do tratamento precoce, encaminhe os artigos abaixo e demande que sejam apresentados argumentos bem fundados que se oponham ao que é expresso nessas pesquisas.

É assim que se faz Ciência.

O resto é proselitismo torpe e ostentação da estupidez. E, claro, em alguns casos é perversidade motivada por idiossincrasias políticas e propósitos hediondos.

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Aqui estão estudos que corroboram a eficiência da Hidroxicloroquina no tratamento precoce:

https://c19study.com/

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23 de Fevereiro de 2021 - Hidroxicloroquina aprovada para uso profilático:

https://www.commdiginews.com/politics-2/hydroxychloroquine-approved-preventative-treatment-covid-19-128426/

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Aqui estão estudos que corroboram a eficiência da Ivermectina no tratamento precoce e uso profilático:

https://c19ivermectin.com/

https://ivmmeta.com/

* Esse é um estudo recente conduzido em Israel: “Ivermectin vs. Placebo for the Treatment of Patients With Mild to Moderate COVID-19”).

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Aqui há diversos estudos que apontam para a ineficácia do lockdown:

https://inproportion2.talkigy.com/do_lockdowns_work_2021-01-15.html

E recentemente (05/01/2021) foi divulgado um estudo coordenado na Stanford University, no qual é exposta a ineficiência de medidas como o lockdown: “Assessing mandatory stay‐at‐home and business closure effects on the spread of COVID‐19”

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A propósito, dois mil médicos lançaram, em 08/02/2021, uma nota pública defendendo o tratamento precoce, o qual, segundo a nota, “não se trata apenas do uso de uma dessas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”. Na carta também lemos que “os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde”.

Ou seja, além das inúmeras pesquisas, existe também a comprovação empírica do tratamento precoce.

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Outras pesquisas relevantes que não serão citadas nem na grande mídia nem nas redes sociais:

Anticorpos da Covid-19 podem impedir reinfecção, aponta estudo. Pesquisa foi publicada na JAMA Internal Medicine e considerou 3,2 milhões de residentes norte-americanos https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33625463/

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E, agora, sobre o uso de máscaras:

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33205991/

“Esse estudo randomizado realizado na Dinamarca mostrou que o uso de máscaras tem menos de 50% de eficácia na prevenção da doença e está associado a um aumento de 23% no risco de infecção”.

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https://www.researchsquare.com/article/rs-124394/v2

“Após avaliar o uso contínuo de máscaras em 25.930 crianças, pesquisadores alemães da Witten/Herdecke University descobriram que 68% delas apresentavam algum tipo de problema relacionado ao acessório, incluindo: irritabilidade (60%), dores de cabeça (53%), dificuldade de concentração (50%), diminuição da percepção de felicidade (49%), recusa em ir para a escola ou creche (44%), desânimo (42%), comprometimento da capacidade de aprendizado (38%), vertigem e fadiga (37%)”.

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Artigos que não apenas questionam o uso de máscaras, mas que indicam possíveis problemas de saúde para sujeitos saudáveis que a usam:

“The use of mask and respirators to prevent transmission of influenza: A systematic review of the scientific evidence” (bin-Reza et al. ‘Influenza and Other Respiratory Viruses’ 6 (4), 257–267, 2012).

“Headaches associated with personal protective equipment - A cross-sectional study among frontline healthcare workers during COVID-19” (Ong JJY et al. ‘Headache’ 2020; 60 (5): 864-877).

“Preliminary report on surgical mask induced deoxygenation during major surgery” (Bader A et al. ‘Neurocirugia’ 2008; 19:12-126).

“Effects of long-duration wearing of N95 respirator and surgical facemask: a pilot study” (Zhu JH et al. ‘Journal of Lung, Pulmonary & Respiratory Research’2014:4:97-100).

“Cutting edge: Hypoxia-Inducible Factor-1 negatively regulates Th1 function” (Shehade, H. et al. ‘The Journal of Immunology’ 2015; 195:1372-1376).

“Hypoxia enhances immune suppression by inhibiting CD4+ effector T cell function and promoting Treg activity” (Westendorf A.M, et al. ‘Cellular Physiology & Biochemistry, 2017; 41:1271-84).

“Hypoxia-driven immunosuppression contributes to the pre-metastatic niche” (Sceneay J. et al. ‘OncoImmunology’ 2013; 2:1 22355).

“Immunoexcitatory mechanisms in glioma proliferation, invasion and occasional metastasis” (Blaylock R.L; ‘Surgical Neurology International’ 2013; 4:15).

“Nucler factor-kappaB: The enemy within” (Aggarwal B.B. ‘Cancer Cell Journal’ 2004; 6:203-208).

“Chronic intermittent hypoxia induces atherosclerosis” (Savransky V et al. ‘American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine’ 2007;175:1290-1297).

“Evidence of the COVID-19 virus targeting the CNS: Tissue distribution, host-virus interaction, and proposed neurotropic mechanisms” (Baig A.M et al. ‘ACS Chemical Neuroscience’ 2020;11:7:995-998).

“Nervous system involvement after infection with COVID-19 and other coronaviruses” (Wu Y et al. ‘Brain, Behavior, and Immunity’ 2020, pages 18-22).

“Spread of a neurotropic murine coronavirus into the CNS via the trigeminal and olfactory nerves” (Perlman S. et al. ‘Virology’ 1989;170:556-560).

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Foto de Carlos Adriano Ferraz

Carlos Adriano Ferraz

Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral na State University of New York (SUNY). Foi Professor Visitante na Universidade Harvard (2010). É professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), bem como membro do Docentes pela Liberdade (DPL) nacional e diretor do DPL/RS.

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