Allan dos Santos vence ação contra IstoÉ por "Fake News"

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O jornalista Allan dos Santos, dono do site “Terça Livre”, venceu na justiça uma ação protocolada, em 2020, contra Germano Oliveira, diretor de redação da revista IstoÉ.

O processo é resultado de uma reportagem publicada por Germano em que ele afirma que Allan receberia uma “mesada” de R$ 100 mil da Secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom), por ordem do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

A informação nunca foi confirmada.

Germano chegou a afirmar na matéria que Carlos exerceria grande influência na Secom, inclusive, determinando a destinação de verbas da pasta para aliados do governo Jair Bolsonaro, entre eles Allan e o filósofo Olavo de Carvalho.

“Carluxo forçou Wajngarten a destinar verbas para seus protegidos, como Allan dos Santos, o “Allan Terça Livre”, que passou a receber R$ 100 mil mensais da Secom”, disse um trecho da “reportagem”.

Allan festejou a vitória nas redes sociais.

“O Germano Santos, da Revista ISTOÉ, publicou que Carlos Bolsonaro financiava o “Terça Livre”, por meio da Secom. Ganhamos MAIS UMA AÇÃO NA JUSTIÇA e ele terá de publicar uma matéria com a nossa resposta sob multa diária de MIL REAIS por dia. Será o primeiro no MURAL DA VERGONHA”, disparou o comunicador.

Germano Oliveira é “figurinha carimbada” entre os divulgadores de Fake News e conhecido por assinar reportagens polêmicas. Certa vez, publicou uma matéria com o título: “o esforço de Bolsonaro para vigiar a mulher de perto”. Nela, ele insinuava que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, havia tido relação extraconjugal com o deputado federal Osmar Terra, ex-ministro da Cidadania do Governo Bolsonaro.

Apesar da reportagem não ter sido muito clara quanto à suposta traição, Germano garantiu que Michelle vinha demonstrando “desconforto no casamento” e que chegou a viajar sozinha com Terra, em um compromisso oficial.

Michelle abriu um processo contra o jornalista e a revista e pediu R$ 100 mil por danos morais e também uma retratação pública.

O caso está nas mãos do Tribunal de Justiça de São Paulo.

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da Redação
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