"Economia e saúde são inseparáveis", diz Lacombe, dando "aula a ditadores" (veja o vídeo)

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Neste domingo (07), o jornalista e escritor Luís Ernesto Lacombe fez uma análise da relação entre saúde e economia, assim como os impactos da atual pandemia no mundo.

“Depois de um ano (de pandemia) deveríamos ter mais leitos hospitalares, principalmente mais leitos de UTI. A escassez sempre existiu e tivemos agora uma oportunidade para atacar, com força, este problema”, disse ele, ao apontar que uma melhor organização do sistema de saúde seria mais eficaz e com menos efeitos colaterais do que o fechamento do comércio.

Em um exame rápido, mas preciso, dos impactos das restrições impostas por governantes na tentativa de conter o avanço da doença, Lacombe demonstra que a pandemia deixará suas marcas na economia mundial mesmo anos após vencermos a batalha contra o vírus:

“O problema maior é que decidiram acreditar que conseguimos proteger a saúde pública por um período longo à custa da saúde econômica geral. A renda é uma das variáveis mais fortes que afetam nossa saúde, nossa expectativa de vida, nossa longevidade, quase 120 milhões de pessoas no mundo foram atiradas, no último ano, à extrema pobreza. A Unicef aponta que a mortalidade infantil pode aumentar 45%”, alertou ele.

Uma verdadeira "aula" aos projetos de "ditadores".

Confira:

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da Redação
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