“Caça às bruxas” não para e Gilmar estipula multa de R$ 200 mil a Moro por suposto “erro” contra Lula

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O presidente da Segunda Turma e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, estipulou que o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pague uma multa no valor de, no mínimo, R$ 200 mil, para cobrir parte das custas processuais da ação que envolve o tríplex do Guarujá e o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com o voto de Gilmar e de Ricardo Lewndowski sobre a suspeição de Moro, o placar está em 2 a 2 . Edson Fachin, que é o relator do processo, e Cármen Lúcia votaram a favor do ex-ministro. Mas, ainda falta o ministro Kássio Nunes Marques se posicionar.

Em seu voto, em que decidiu pela suspeição de Moro na condução dos processos contra Lula no âmbito da Lava Jato, Gilmar considerou que o ex-juiz cometeu um “erro inescusável”.

“Ficarão nulos os atos do processo principal, pagando o juiz as custas do caso de erro inescusável. Rejeitada (a sentença); evidenciando a malícia do incipiente, a este será imputada a multa de R$ 200 mil a 2 contos de réis”, declarou Mendes.

Gilmar aproveitou o momento do voto para dirigir severas críticas aos procuradores da Força-Tarefa da “Lava Jato” e disse que o ex-juiz federal atuava junto com os membros do Ministério Público Federal de Curitiba.

“Já na época da condução coercitiva, ele já atuava, estreitamente, com os membros do Ministério Público Federal. Tenho absoluta clareza de que a decisão macula a parcialidade do juiz Sérgio Moro”, afirmou.

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https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacaoFonte: BOL

da Redação
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