A sempre bela Carolina e a temida mudança de endereço, de BH para a Papuda

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A Justiça barrou nesta sexta-feira (13) a nomeação da 1ª dama mineira, Carolina de Oliveira Pimentel, para o cargo de secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais.

Em sua decisão, o juiz Michel Curi e Silva considerou haver uma soma de fatos que indicariam desvio de finalidade no ato. Com a nomeação, a nova secretária passaria a ter foro privilegiado no Tribunal de Justiça.

A situação da 1ª dama é bastante delicada. Ela se envolveu numa série de coisas erradas e já recebeu algumas vezes a desconfortante visita da Polícia Federal.

Carolina Pimentel é investigada pela Operação Acrônimo.

A proprietária da agência Peppers, Daniela Fontelles, parceira de Carolina em inúmeros negócios de caráter extremamente duvidoso e que por este motivo encontra-se presa, já negociou com o Ministério Público um acordo de delação premiada. Tudo indica que ambas eram ‘sócias de fato’ e foram beneficiadas em inúmeras operações ilícitas. 

Antevendo o risco que corre a 1ª dama, o governador Fernando Pimentel, que, diga-se, também está todo enrolado, mas goza da indecência denominada ‘foro privilegiado’, tratou de nomeá-la secretária de estado.

A nomeação da 1ª dama é absolutamente ilegal e imoral.

Ilegal porque contraria a 13ª súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal, que reza que a contratação de parentes de até terceiro grau em cargos de confiança está proibida nos três poderes, nas esferas federal, estadual e municipal.

Imoral porque foi realizada para tentar driblar a Justiça.

Os fatos demonstram mais um triste episódio do fim melancólico da era PT.

da Redação

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