Redes sociais escancaram militância política e ideológica de magistrado que suspendeu a cogestão no RS

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Um magistrado não pode, nem deve, agir politicamente, de acordo com suas convicções ideológicas.

Infelizmente, isso nem sempre é obedecido.

Pelo contrário, o ativismo judicial parece assombrar em todas as instâncias do Judiciário, mormente quando pretende assumir funções exclusivas do Executivo.

Nesse sentido, o juiz Eugênio Couto Terra, da 10ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre, atendeu a ação civil pública ajuizada pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre e mais oito entidades.

Terra deferiu o pedido do sindicato, interferindo no que vinha sendo feito pelo governo do estado e chamou de "falso dilema", brasileiros “priorizarem” o direito ao trabalho em detrimento da saúde, segundo ele.

Alegando "o direcionamento da ciência para salvar vidas", o magistrado manteve a economia fechada no Estado.

Nas redes sociais, as publicações do magistrado escancaram uma verdadeira militância, política e ideológica.

Confira:

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da Redação
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