Onyx Lorenzoni escancara o plano tirânico do PT: “O PT foi financiado por uma tríade … lixo, bicho e ônibus” (veja o vídeo)

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Em entrevista emocionante ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), em seu canal do Youtube, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, falou sobre o momento do governo federal e contou como foi o percurso até a vitória eleitoral em 2018, que começou a ser idealizada, ainda no início dos anos 2000, quando Bolsonaro era deputado federal e o PT chegava ao poder, bancado, ainda em seus primeiros passos, por esquemas de corrupção, e foi colocada em prática pelo atual presidente, quando os escândalos vieram à tona.

“O PT foi financiado por uma tríade … lixo, bicho e ônibus”

Onyx conta que com as vitórias eleitorais petistas em várias capitais e grande cidades, no final da década de 90 e início dos anos 2000, foi criado um esquema para levantar dinheiro que seria utilizado para, enfim, alavancar a candidatura vitoriosa à presidência da República. E a história do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André e tesoureiro de campanha escancarou o fato.

O método foi levado a Brasília. Assim que Lula assumiu a cadeira presidencial, em 2003, foi publicado um decreto em que todas as verbas de publicidade do governo foram concentradas na SECOM (a Secretaria de Comunicação Social). Assim, valores acima de 50 mil reais só poderiam ser destinados com autorização do Palácio do Planalto.

O objetivo era justamente ter o controle total sobre o que seria divulgado e por quem seria divulgado, iniciando-se assim a relação “de dependência e aparelhamento com a mídia”, algo que fazia parte do projeto de poder criado por Zé Dirceu, a figura nefasta que sempre esteve por trás de Lula e do PT.

Foi nessa época também que eles trouxeram para Brasília o “esquema de desvios de dinheiro que seria destinado à compra de votos”, conhecido como Mensalão Petista, dirigido por Dirceu e gerenciado pelo publicitário mineiro Marcos Valério.

Em agosto de 2004, uma operação da Polícia Federal prendeu um grupo de doleiros e a fonte de dinheiro, que vinha de fora do país, foi desarticulada.

No desenrolar dos fatos, ocorreu então um desentendimento entre Zé Dirceu e Roberto Jefferson, presidente do PTB, partido envolvido no escândalo, o que levou o político a denunciar o esquema em 2005.

Onyx explica que graças a esta ruptura, é instalada a CPI e a investigação que acabou levando o desmantelamento do projeto de poder que vinha sendo construído pelo PT, articulado com o Foro de São Paulo, com influência e participação de representantes da esquerda radical e comunista estrangeira.

Relacionado a este mesmo projeto, aliás, o ministro lembra de uma afirmação que ouviu na entrevista de um político a uma rádio gaúcha, ainda em 1998 (durante a campanha eleitoral em que FHC venceu Lula e foi reeleito). Perguntado sobre o que aconteceria se Lula vencesse, disse o entrevistado:

“A vitória de Lula significa o renascimento do projeto socialista da América para o mundo”.

O autor da afirmação: Marco Aurélio Garcia, um dos membros proeminentes do Foro de São Paulo, filósofo e político filiado ao PT, falecido em 2017.

Onyx explicou ainda o modus operandi do PT, já a partir do período em que esteve no poder, nos dois mandatos de Lula e nos governos Dilma.

Além de implantar gradativamente as ideias do FSP por aqui, o PT atuava de forma consistente para estender os tentáculos também para os países pobres da América Latina e principalmente da África. Daí o financiamento de R$ 17 bilhões do BNDES, por meio dos esquemas de grandes obras nestes países, realizadas pelas construtoras Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS e outras mais, e ainda a utilização dos mesmos marqueteiros que elegeram os políticos de esquerda no Brasil, em campanhas para a esquerda destes países.

Onyx conta que, quando ainda estava na Casa Civil, assinou, junto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a ordem de transferência do Tesouro Nacional, a título de juros e compensações, para os cofres do BNDES, para cobrir parcelas que deixaram de ser pagas por estes países ao banco de fomento.

A afirmação da Onyx comprova as denúncias de que o lulopetismo financiou, por exemplo, ditaduras como a Venezuelana, de Chavez e Maduro, ou ainda os governos totalitários na Nicarágua, em Cuba e no próprio continente africano.

Eduardo Bolsonaro questionou Onyx se o Brasil ainda corre o risco de se tornar uma Venezuela, e a resposta realmente assusta:

“Sim, é só a gente perder a eleição do ano que vem… simples assim, e triste assim!”

Onyx ressaltou que o mundo atual tem uma prevalência de pensamento de esquerda e, com a queda do ex-presidente americano Donald Trump, apenas Jair Bolsonaro permanece como líder mundial que governa com pensamento conservador/liberal, entre as 20 maiores economias do mundo.

O ministro lembrou ainda da difícil relação com o empresariado brasileiro para obter apoio a Bolsonaro durante a campanha eleitoral e citou os encontros que se realizavam ainda em 2017, para mostrar o projeto de governo. Ele explicou que foi um difícil processo eleitoral, que levou ao desespero os opositores, a ponto de chegarem ao episódio da facada, no atentado contra a vida de Bolsonaro

“Se tivesse meio centímetro a mais de faca ou dois minutos a mais no deslocamento da Polícia Federal, ninguém estava aqui”

O ministro encerra falando sobre o processo de governo e o amadurecimento conquistado ao longo dos quase dois anos e meio no Palácio do Planalto e sobre como o presidente Jair Bolsonaro é um grande homem, com um grande coração, e que tem em Deus e na fé os rumos de nosso país.

Veja o vídeo:

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da Redação
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