União entre presidenciáveis começa a ruir

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E “era uma vez” o movimento que pretendia reunir políticos de diferentes vertentes ideológicas na tentativa de lançar uma alternativa política “de centro” contra Jair Bolsonaro. A ideia do “grupinho” era a de que o eleitorado brasileiro tivesse uma outra opção.

Os futuros candidatos à vaga até ensaiaram uma “amizade colorida” e lançaram, juntos, o patético Manifesto em Defesa da Democracia, que reuniu alguns “majestosos” nomes, como: João Doria (PSDB), Eduardo Leite (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Henrique Mandetta (DEM), João Amoedo (Novo) e Luciano Huck.

Porém, pouco mais de um mês depois do encontro, o governador de São Paulo, João Doria (PSBD), é proibido de participar de evento em comemoração ao Dia do Trabalhador. O impedimento partiu da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o braço sindical do PT. O governador paulista já até havia sido convidado e já encaminhado vídeo com seu pronunciamento.

Ciro Gomes, por sua vez, encampou o voo solo para 2022, vez que já contratou até marqueteiro, dando mostras que não pretende esperar pelo acordo combinado.

No Democratas, os dois mais relevantes adversários de Bolsonaro na disputa são Rodrigo Maia e Henrique Mandetta. Só que esses dois não têm muito apoio nem do próprio partido que, muitas vezes, dá apoio ao presidente no Congresso Nacional. Inclusive, defendendo o Governo federal da “viciada” CPI da Covid-19 comandada pela oposição.

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Fonte: R7

da Redação
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