As duras lições extraídas da tragédia em Saudades (SC)

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Manchete do Portal da Globo:

"Jovem invade escola com um facão, mata três crianças e uma professora"

Esta tragédia só nos mostra duas coisas (provavelmente três):

I - Um delinquente que queira matar não precisa de uma arma de fogo. O sujeito com um simples facão, diante de vítimas desarmadas, ceifou quatro vidas.
II - Tivesse a escola ao menos um segurança armado, isto jamais teria acontecido. A policia foi acionada, mas até chegar ao local, o terror já tinha se instalado (não há nada mais inútil do que a Policia no local de um crime que já aconteceu) Um segurança no local teria neutralizado a ameaça assim que ela se deu.
III - Provavelmente, o homicida (um "jovem" de 18 anos) era completamente louco. Com o sucesso das ideologias e politicas anti-manicomiais, o que vejo de loucos soltos na rua não está no gibi (alguns bastante violentos).

Chegamos então à conclusão (óbvia) de que é o homicida quem mata, independentemente do instrumento (neste caso foi um facão). Que o desarmamento faz das vítimas inermes (uma pessoa armada no local ou nas redondezas poderia ter evitado tudo isso), e que uma abordagem utópica anti-manicomial traz risco à vida de inocentes que nada tem a ver com o transtorno do doente.

Que Deus console as famílias.

(Texto de Rodrigo Miceli. Escritor)

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da Redação
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