Senadores desmentem Renan e Randolfe sobre compra de vacina: “Havia um processo negocial em curso” (veja o vídeo)

15/05/2021 às 11:16 Ler na área do assinante

Em coletiva de imprensa, os senadores Marcos Rogério (Democratas-RO) e Luiz Carlos Heinze (Progressistas-RS) rebateram as narrativas dos integrantes da CPI da Covid-19, Renan Calheiros (MDB-AL), relator, e Randolfe Rodrigues (Sustentabilidade-AP), vice-presidente da Comissão. E também apontaram elementos cruciais do enfrentamento do coronavírus realizado pelo Governo Bolsonaro.

Os senadores afirmaram que os depoimentos mostraram que não houve qualquer negligência do Governo Federal nas negociações com a farmacêutica Pfizer para a aquisição de vacinas contra a Covid-19 no Brasil, como alegavam Renan e Randolfe.

“O Ministério da Saúde estava tratando com a Pfizer. Não é verdade a afirmação de que não havia um processo negocial em curso! Segundo: não havia condições legais para se avançar no contrato nas condições das leis brasileiras naquele momento”, explicou Marcos Rogério, desfazendo as teorias dos oposicionistas. Os departamentos jurídicos do Ministério da Saúde, Advocacia-Geral da União (AGU) e Controladoria-Geral da União (CGU) aconselharam o presidente Jair Bolsonaro a não assumir todos os riscos por eventuais efeitos colaterais nas pessoas. A Pfizer se eximia dessa responsabilidade."

O Senador também enfatizou que a possibilidade de o Brasil ter tido vacinas em novembro do ano passado, sugerida pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, simplesmente, não existiu.

“Terceiro: a proposta ou promessa de entrega de vacina, ainda em dezembro, não encontra respaldo na questão cronológica. A Pfizer só tem a aprovação no FDA americano (Uma espécie de Anvisa dos EUA), na primeira quinzena de dezembro. E, só há pedido de registro na Anvisa, no início de fevereiro”, enfatizou.
“Como poderia estar vacinando em dezembro, se só há pedido de registro na Anvisa em fevereiro?”, questionou Marcos Rogério.

Heinze, por sua vez, abordou a forma como o ex-Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, será tratado na CPI.

“Ele tem que se apresentar e mostrar a realidade. Muitas coisas foram feitas e o pessoal não está falando. Os leitos de UTI pagos pelo Governo Federal mais que triplicaram. Ele tem que se apresentar e mostrar o que fez”, sugeriu.

Confira o vídeo:

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