Dilma, solidão, desprezo e arrependimento

A situação da presidente afastada retrata a realidade que ela própria traçou.


Dilma nunca foi ‘guerreira’, tampouco ‘coração valente’. O PT sabe disso, mas a militância ignora, porque não lhe interessa.

Dilma foi um projeto individual de Lula, imposto por ele, que no auge de sua popularidade, era infinitamente mais forte que a sigla.

Lula, com Dilma, planejava ter uma presidente subserviente, desconhecia a imensidão do tamanho da vaidade de sua pupila, e, pior, a completa falta de inteligência.

Assim, num poço de soberba e num arsenal de ignorância, Dilma se apegou com unhas e dentes ao poder.

Hoje ela está só. E a sua solidão se alastrou. Todos os líderes petistas estão navegando sem destino, sem saber o que fazer e o que irá acontecer.

O partido acabou. Nem mesmo as reuniões homéricas, marcadas por infindáveis discussões das inúmeras tendências ideológicas, ocorrem mais.

Sobrou um partido em frangalhos, onde os mais coerentes foram os primeiros a sair.

A banda podre, enorme por sinal, está presa ou envolta em um infindável número de processos.

E os que não foram pegos, buscam desesperadamente uma nova sigla e um novo recanto.

Lula, deprimido, derrotado, prestes a ser preso, é só arrependimento.

Amanda Acosta

da Redação

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