Imprensa militante começa a dar sinais de rendição

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Antes da CPI da Covid-19, também conhecida como “CPI do Circo”, ser instalada, havia muita expectativa de que os senadores integrantes da Comissão e opositores ao Governo de Jair Bolsonaro levantassem questões e conseguissem pegar algum ex-ministro da Saúde desavisado em tema que imputasse ao presidente crime de responsabilidade.

Mas, passados mais de três semanas do início do teatro, até a “mídia do ódio” se rende. A jornalista esquerdista Thais Oyama, conhecida por seus discursos em defesa do ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconheceu, em artigo publicado no UOL, na sexta-feira (20), que a cúpula da CPI esta agindo como “repórteres inexperientes”.

“Eles vão para uma entrevista munidos de uma lista de perguntas pré-preparadas ou encomendadas pelo chefe e tudo o que querem, ou conseguem fazer, é chegar ao fim dela. Não ouvem as respostas do entrevistado e, quando ouvem, não são capazes de comentá-las, questioná-las ou contraditá-las”, admitiu Oyama.

A comunicadora constatou apenas aquilo que o Brasil inteiro já sabia: não é falta de conhecimento dos adversários políticos de Bolsonaro. Eles bem que tentam inventar narrativas, mostrar “provas”. O grande problema da história contada por eles é que a verdade está do lado do Governo Federal. E contra a verdade não há argumentos.

Todos os depoentes entrevistados, até o momento, não citaram uma única vez a culpabilidade do presidente em algum ato de omissão voluntária. Mesmo aqueles que não são integrantes do Governo Bolsonaro, como o presidente da Pfizer na América Latina, falou em alto e bom som que as cartas enviadas ao governo brasileiro não significam ofertas de negociação. Apesar da afirmativa do CEO, os opositores insistiam que Bolsonaro tinha, sim, culpa por não ter comprado imunizantes contra a Covid-19.

São tantas aberrações nesse “Tribunal de Renan Calheiros” que fica difícil defender os inquisidores, ainda que estejam do lado que Thais Oyama protege. Por isso, ela mesma reconhece que os parlamentares resignam-se a “vociferar sua indignação frente à incapacidade de rebater”.

“Num desses momentos, o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), perguntou ao militar a que ele atribuía sua demissão do ministério da Saúde. ‘Missão cumprida’, respondeu Pazuello. Renan calou-se”.

De muitas inverdades e justificativas falsas que a jornalista ainda quis argumentar no texto contra o presidente Jair Bolsonaro e sua equipe, uma afirmação está correta: a CPI da Covid-19 guarda particularidades em relação às suas antecessoras.

“No passado, as mais famosas conseguiram revelações importantes a partir da obtenção de documentos incriminadores, como os cheques provenientes de contas fantasma na CPI do PC Farias em 1992.."

Enfim, um trabalho de investigação para determinar casos de corrupção. Não é o caso do Governo Bolsonaro e, tanto prova, que as declarações dos entrevistados boicotaram, confundiram e arrasaram as narrativas dos oponentes.

“CPIs que tiveram resultados foram as que produziram provas”, acrescentou ela, pontuando que os senadores continuam dedicando tempo ao “exercício da performance virtuosa e das demonstrações retóricas de indignação”.

E conclui a jornalista, dizendo que tudo isso poderá produzir ao ex-capitão “o presentão que pediu a Deus”.

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da Redação
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