O bolsonarismo avança

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Hoje, no dia seguinte à maior demonstração de apoio popular ao Presidente da República e ao que ele representa que já aconteceu em toda a história, fico aqui pensando nas sessões da “CPI da farsa”, que acontecerão nessa semana, e me dá vontade de rir.

Vem-me à mente a imagem do Renan Calheiros e daquele outro de fala fina, tentando construir narrativas toscas. Imagino o nó que deve ter dado na cabeça desses dois...

Mas alguém avisa a eles que não viram nada ainda! Em 2022 um novo Brasil nascerá das urnas. O que o povo fez em 2018 foi apenas o começo. Todos esses aí, (representados hoje pela figura desses 2 senadores que dão um show de oligofrenia ao vivo na tal CPI da farsa), que insistem em tentar impedir o avanço do porvir, ou trazer de volta o que já ficou para trás, no final vão receber o que merecem.

O desespero dos seres do pântano é tamanho, que já falam em intimar as autoridades estaduais e municipais para “explicarem a aglomeração” na cidade do Rio de Janeiro; falam também em punição disciplinar a Eduardo Pazuello, que como general da ativa do Exército não deveria participar de atos políticos - esquecendo que ele, um general da ativa, repita-se, fora prestar depoimento na CPI da farsa.

A desesperança chegou, para as criaturas diabólicas que sempre usaram as instituições para se servir do Estado e controlar o ritmo das coisas no país. Certamente agora, pela primeira vez, eles começam a cair em si.

Provavelmente saíram do estado de revolta e começam a entrar no de resignação, onde farão planos “B”, ou “C”, ou até “D” a respeito de como seguirão com suas vidas miseráveis a partir de 2023, quando pela primeira vez forem expulsos das entranhas do Estado.

O povo veio para ficar! E o bolsonarismo avança, ganhando cada vez mais corpo na sociedade.

Unido em comunhão de propósitos, esse povo empurra com força o aríete chamado Bolsonaro contra a porta do castelo, até que ela enfim se rompa, para que ele possa finalmente entrar e tomar posse do local.

O movimento que iniciou em 2018, quando o povo escolheu para Presidente alguém imbuído do espírito de fazer política de uma nova forma, priorizando princípios e valores esquecidos há muito dos donos do poder, seguirá em 2022, e ainda por mais eleições.

Esse processo todo, liderado por Jair Bolsonaro, é irrevogável.

Cada vez mais se torna certeiro o que eu escrevi no meu livro:

“O que importa é que povo brasileiro faz sim a sua revolução, pela primeira vez. Uma “revolução pacífica conservadora”. E Jair Bolsonaro é o seu instrumento para retirar do Poder a casta e a oligarquia que por lá está desde a “redemocratização” do país, em 1985.
“Os livros de História falarão sobre nós e nosso 2018. E nós não deixaremos que as pessoas esqueçam.” (Escritos Conservadores, p. 120).

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