A “Veja” e sua trajetória decadente: De maior revista nacional a mera “garantia” de dívida astronômica

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Para firmar um acerto de renegociação de dívidas com o governo federal, que envolve a bagatela de R$ 830 milhões em passivo, a Editora Abril ofereceu como garantia marcas de suas revistas, incluindo a “Veja”.

A negociação irá permitir uma redução considerável na dívida.

O programa atende empresas em grave crise financeira, com o objetivo de arrecadar verbas consideradas de difícil recuperação.

O acordo já foi assinado entre a Abril e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Em 2018, quando ainda pertencia a família Civita, a Abril entrou com pedido de recuperação judicial e informou que sua dívida total era de R$ 1,6 bilhão.

Na sequência, o grupo foi vendido para o empresário Fábio Carvalho, um gestor com histórico de assumir empresas em dificuldades e trabalhar pela retomada do negócio.

Porém, a situação parece ainda bastante difícil.

O novo dono já vendeu a revista Exame, no fim de 2019 e, em maio deste ano, os prédios que compunham a sede da Abril na Marginal Tietê, em São Paulo, foram arrematados por R$ 118,8 milhões em leilão.

Assim, a alternativa que restou é oferecer suas marcas como garantia, vez que a velha mamata de receber polpudas verbas oficiais do Governo Federal, não existe mais no governo Bolsonaro.

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da Redação
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