Sonhos, amizade e traições: Fundador do NOVO revela bastidores da criação do partido (veja o vídeo)

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Uma história de sonhos, amizade e traições, tudo isso e muito mais faz parte da criação do partido Novo, como revela o engenheiro Roberto Motta, um dos fundadores da sigla, em entrevista exclusiva à TV JCO. De acordo com Motta - que está lançando o livro Os Inocentes do Leblon, onde conta a história do Novo - diversas pessoas fizeram parte da criação do partido, unidas pelo desejo de mudar o Brasil, mas, acabaram muito decepcionadas.

“Quando nós criamos o partido, tínhamos um conjunto de ideais, de princípios, e o principal é o respeito ao indivíduo, às liberdades. A gente criou o partido para que o cidadão comum participasse da política. A fundação ocorreu em 2011, em 2013 foram criados os primeiros diretórios, em 2014 começamos com as assinaturas no TSE, e a formalização ocorreu em 2015.
Nesse período, de 2011 a 2015, o Novo era um grande movimento de pessoas apaixonadas, a gente se juntava para discutir tudo, era uma coisa voluntária, todo mundo falava e era ouvido, mais democrático do que aquilo, impossível, e isso se perdeu. Eu saí em 2016 e uma série de acontecimentos indicam que o Novo virou uma organização extremamente centralizada, onde a decisão está nas mãos de algumas pessoas ou uma pessoa só”, frisou.

O livro Os Inocentes do Leblon (Editora Super Prumo) conta com prefácio de Rodrigo Constantino, além de detalhes e fatos inéditos, revelados por Roberto Motta somente agora. Quem quiser adquirir o livro, pode participar do financiamento coletivo, basta acessar o site: http://www.inocentesdoleblon.com.br

Os perigos da bandidolatria

Motta também abordou outros temas, como CPI, eleições 2022 e segurança pública. Como ex-secretário de Estado do Rio de Janeiro, ele enfrentou a criminalidade e conhece a fundo o tema.

“Desde 1984, quando houve a última alteração no Código Penal Brasileiro, de lá para cá, todas as modificações na lei, com raríssimas exceções, são para beneficiar o bandido, cercear o trabalho da polícia e deixar o cidadão mais exposto”, ressaltou. (Veja o vídeo)

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da Redação
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