Witzel usa CPI para atacar adversários, mas "foge" quando questionado por seus crimes (veja o vídeo)

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Por diversas vezes, chamou a atenção o tratamento recebido pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, em depoimento à CPI da Pandemia, no senado federal, nesta quarta-feira (16).

Mesmo após ter perdido o cargo em um processo de Impeachment no qual é acusado de crime de responsabilidade em suposto esquema de corrupção no âmbito das ações de enfrentamento à pandemia, os parlamentares da base de oposição ao governo Bolsonaro evitaram ataques e direcionaram questões, quase sempre, com o objetivo de induzir as respostas contra o presidente da República ou seus apoiadores no campo político.

Em um desses momentos, o ex-governador praticamente ensaiou um diálogo amigável com o senador Randolfe Rodrigues, relator da CPI, em que apontava nomes de pessoas que teriam agido com o objetivo de impedir as medidas de fechamento de comércios e restrição da liberdade de ir e vir da população.

Witzel acusou o deputado estadual Filippe Poubel de ser um dos mais atuantes e o acusou de “o mais violento”, entre todos.

O parlamentar do PSL repudiou as acusações em nota oficial:

O ex-governador do Rio de Janeiro disse em depoimento no picadeiro da CPI da Covid que eu sou violento. Com marginal que oprime cidadão de bem e bandido de colarinho branco que rouba dinheiro público em plena pandemia, eu jamais serei cordial em minhas palavras. O Estado do RJ sofre até hoje os efeitos da corrupção da quadrilha liderada pelo ex-governador, responsável direto por mortes causadas pela falta de hospitais de campanha superfaturados que nunca chegaram a funcionar. Tenho sangue nos olhos para fiscalizar enquanto o ex-governador tem sangue nas mãos. Seguiremos fiscalizando e denunciando à polícia e aos órgãos fiscalizadores a atuação de vagabundos que atuam nas ruas e nos gabinetes. O destino de marginal, seja quem for, tem de ser a cadeia.

Veja o vídeo:

Por outro lado, com um Habeas Corpus embaixo do braço, o ex-governador não quis responder questionamentos sobre os ‘crimes’ que cometeu.

E Omar Aziz, prontamente, anunciou que “nada” poderia ser feito.

Confira:

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da Redação
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