"Apologia ao genocídio" motiva representação contra comunista Jandira Feghali e pode resultar em cassação (veja o vídeo)

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro acionou a deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) no conselho de ética da câmara,com apoio de Roberto Jefferson, o presidente do PTB, que assinou o documento.

Em vídeo no seu canal do Youtube, Eduardo explica que Feghali quebrou o decoro parlamentar ao postar foto do genocida Josef Stálin em suas redes sociais, em ‘clara relativização das atrocidades cometidas pelo ditador soviético’, tais como o Holodomor Ucraniano.

“O Holodomor foi o confisco de grãos da Ucrânia que em números conservadores teria levado à morte de 4 a 5 milhões de pessoas, mas que há estimativas que dizem que esta numero pode chegar a mais do que o dobro”, diz Bolsonaro.

O deputado do PSL paulista citou ainda os assassinatos a mando de Stálin, que enviou milhões de opositores políticos para morrer cruelmente nos campos de concentração conhecidos como "gulags".

"Não se brinca com quem assassinou mais de 20 milhões de inocentes, maioria por apenas discordar do cruel genocida. É inimaginável que alguém tente relativizar a imagem, por exemplo de Hitler, ditador do sistema nazista que é justamente criminalizado no Brasil".

Eduardo esclarece que a Ucrânia já criminalizou tanto o nazismo quanto o comunismo, em lei referendada pelo seu STF, justamente por ambos os regimes sempre desaguarem em sanguinários genocídios, e que Jandira poderá ter seu mandato cassado por apologia ao genocídio.

Veja o vídeo:

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da Redação
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