STF inova e cria um novo mecanismo jurídico para beneficiar Paulo Bernardo

O Brasil está indignado. A soltura de Paulo Bernardo é aviltante.


Porém, lamentavelmente explicável.

O ministro José Antonio Dias Toffoli, entre 1995 e 2000 foi assessor jurídico da liderança do Partido dos Trabalhadores, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Foi advogado do PT nas campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 1998, 2002 e 2006.

De janeiro de 2003 a julho de 2005, exerceu o cargo de subchefe da área de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. Era um mero subordinado de José Dirceu.

Em 12 de março de 2007, a convite do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva — de quem Toffoli foi advogado de campanha —, assumiu a Advocacia-Geral da União.

Em 2009, foi empossado Ministro do STF, por Lula.

Toffoli foi um grande companheiro de Lula, Dilma, Gleisi e Paulo Bernardo.

E nesta quarta-feira (29), ele inovou. Criou um novo mecanismo no ordenamento jurídico, o foro privilegiado de cônjuge.

da Redação

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