“O estado de direito não existe no Brasil, o que vale é a lei do mais forte”, afirma mestre em Direito Público (veja o vídeo)

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Renato Gomes, mestre em Direito Público, criticou a prisão do presidente do PTB, Roberto Jefferson, por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes:

“Falar que Roberto Jefferson administra milícias digitais e que os outros fazem a mesma coisa, olha com todo respeito, são argumentos para criança, eles se valem da certeza da impunidade.
Eu já venho passando a mensagem que o estado de direito aqui no Brasil não existe, a gente vive no estado de não direito, vivemos no estado anômico, em um estado criminal, onde o que vale é a lei da selva, a lei do mais forte.
Não existe o vácuo no exercício do poder, os inimigos da Pátria estão avançando porque não encontram resistência, então a gente está assistindo a essas aberrações, não é a surpresa. Qual é a arma que eles têm? Narrativas.
Eles criam uma narrativa, escolhem o alvo e partem para cima. Por que eles partem para cima? Porque eles têm uma organizaçãozinha que serve à causa.
Formada por meia dúzia de policiais federais, mais os togados, mais a imprensa, mais os agentes de subversão social que são os infiltrados nas instituições”, explicou.

Augusto Aras, procurador-geral da República, afirmou que se manifestou dentro do prazo e contra a prisão de Roberto Jefferson e, para Renato Gomes, o procurador-geral está fazendo o papel dele.

“Augusto Aras viu que esta prisão é ilegal e ele não vai colocar o nome dele nesta lama, então eu diria que ele tem instinto de sobrevivência e está fazendo o básico, respeitar as mínimas regras que existem na Constituição Federal”, ressaltou.

Confira:

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da Redação
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