Uma sessão de ódio na Câmara Municipal de Campo Grande

Assisti um pequeno trecho da sessão da Câmara Municipal de Campo Grande, nesta terça-feira (5). Um ambiente fétido.


Fazia uso da palavra o vereador Airton Saraiva, aparteando um discurso de Alex do PT, em que este reclamava de ter sido atacado por moradores em determinado bairro de Campo Grande.

Como sempre, odiosamente, transferiam para o prefeito Alcides Bernal a culpa pela manifestação inaceitável, mas espontânea, de populares.

Porém, o que me chamou atenção foi o olhar do tal Saraiva.

Dizem que ele bebe demais, mas não era isto. O que impressionava era o ódio fulminante que saia de seus olhos. Algo incontrolável, insano, horripilante.

E como ele, o Saraiva, não tem o dom da oratória – muito pelo contrário, rsrsrsrs – jogava palavras ao vento, alguns palavrões, com um só objetivo, atingir a honra do homem que, na visão dele, está fazendo-o perder muito dinheiro.

É a única explicação para o ódio de Saraiva. Cada dia de Bernal prefeito, é mais ‘prejuízo’ para o filhote do Londres Machado.

De qualquer forma, não é só ele, quase todos os componentes da edilidade, conseguiram transformar as sessões da Câmara Municipal de Campo Grande em deprimentes espetáculos de ódio.

Tudo em nome do vil metal. Nada de preocupação com a cidade.

Nesse aspecto, a passagem do infame Gilmar Olarte demonstrou com absoluta clareza que cada um só enxerga o próprio umbigo.

Foram todos coniventes e parceiros com a bandalheira que tomou conta de Campo Grande durante um ano e cinco meses.

Também, estavam com dinheiro no bolso e tomavam cafezinho com frequência.

Lívia Martins

liviamartins.jornaldacidade@gmail.com

da Redação

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