Duque, o propineiro do PT, em nova tentativa de delação, promete soltar o verbo

Nesta quarta-feira (20), o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, foi trazido para a carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.


É o procedimento adotado quando está se iniciando um acordo de delação premiada.

É a segunda tentativa de Duque. A primeira foi recusada pelos procuradores da Lava Jato, que consideraram os fatos relatados insuficientes.

Duque era o diretor da Petrobras diretamente ligado ao PT. Ele que repassava propinas bilionárias para o partido.

Sua única alternativa para vislumbrar dias melhores é realmente escancarar tudo o que sabe, pois já tem nas costas 60 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.  

As delações previstas para os próximos dias, que envolvem, além de Duque, o casal João Santana e Mônica Moura, prometem fervilhar os acontecimentos em torno da Operação Lava Jato.

O Brasil que se prepare para novas e bombásticas revelações.

da Redação

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