O drible desconcertante de Neymar em Galvão (veja o vídeo)

15/10/2021 às 16:50 Ler na área do assinante

“O homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem”. (Confúcio).

E Galvão Bueno, narrador que passa o tempo puxando assunto que nada tem a ver com a partida, não narra o jogo, mas arremessa confete em si mesmo enquanto a bola está rolando ele fica trocando figurinhas com Casagrande (aquele mesmo que não passou de um jogador simplório, que ganhou um ou dois títulos durante toda carreira e descobriu um modo de chamar atenção: politizar o futebol. Jogava uma ninharia com os pés, mas era um craque com a língua. Craque em falar besteiras).

Mas Galvão, dizia eu, na falta do que fazer, resolveu chamar o único craque em destaque mundial que temos hoje, Neymar, de idiota.

Pois bem no jogo Brasil e Uruguai, desta quinta, Neymar mostrou quem é o idiota.

Soberbo. Magnifico. Correndo, passando, driblando, ajudando na marcação, Neymar foi perfeito.

A partida foi uma ópera em dois atos. Neymar-Verdi, compôs, regeu a orquestra, representou, foi a estrela principal e obrigou Galvão narrar um gol seu.

Verdi, escreveu uma ópera cômica em três atos: “Falstaff”. É uma obra cheia de elegância e inovação. Exibe solos majestosos, assim como cantos que exigem trios e quartetos.

“Falstaff” é uma comédia de vingança e lição de honra. O personagem principal, cujo nome intitula a própria ópera, é um homem sem escrúpulos que usa a mentira para zombar e se aproveitar de todos ao seu redor. Depois de tentar conquistar mulheres casadas, invadir e roubar a casa de um homem e demitir injustamente seus criados, “Falstaff” está na mira de todos aqueles que foram prejudicados por ele.

Mas o final da ópera “Falstaff” é alegre com um casamento entre dois personagens apaixonados e cantoria de todos que diz: “Ri melhor quem ri por último”.

O maestro Neymar também imitou Verdi. Sua ópera em dois atos, mostra, ao final, o casamento feliz de dois personagens apaixonados: o Futebol (com letra maiúscula) e a Torcida Brasileira!

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Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

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