Reforma Trabalhista deve propor aumento da jornada semanal de 44 para 60 horas

Até o final de 2016 uma proposta de reforma trabalhista deve ser enviada pelo executivo para o Congresso Nacional.

Com um absurdo índice de desemprego, rondando 11,5 milhões de trabalhadores, pretende o governo dar maior flexibilidade na relação entre patrões e empregados para que o mercado de trabalho possa crescer e ganhar mais competividade, o que poderia abrir vagas e contribuir decisivamente na redução do desemprego.

De acordo com o Governo, não se cogita, em hipótese alguma, a eliminação de qualquer direito trabalhista, mas a possibilidade de negociação.

O 13º, por exemplo, poderia ser parcelado, desde que alguma contrapartida fosse oferecida ao empregado.

Diante disso, as centrais sindicais, em suas primeiras manifestações, já se colocam radicalmente contra, com o fundado receio de que conquistas dos trabalhadores sejam atingidas.

As entidades patronais, por sua vez, defendem as mudanças, que consideram como um avanço nas relações de trabalho.

De outro lado, representantes do Judiciário tem se manifestado favoráveis à discussão da questão trabalhista no país, mas com amplo debate e participação de todos os setores da sociedade.

da Redação

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