Wagner Moura faz graça no “Roda Viva” e Mario Frias responde com “voadora” (veja o vídeo)

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Na entrevista cheia de elogios e rapapés, na “TV do Doria” – outrora conhecida como TV Cultura – o terrorista Carlos Marighella é descrito como herói.

Uma afronta aos fatos e a história. Marighella foi expulso do Partido Comunista do Brasil (PC do B) porque até os comunistas o achavam um psicopata.

Num desfile de absurdos, Moura chegou a afirmar que nós, brasileiros, vivemos numa “pseudo-democracia”. Sim, nós, caro leitor. Porque, como todo bom socialista, ele que não é bobo, vive no conforto de Los Angeles, usufruindo de todas as benesses do capitalismo, enquanto defende o marxismo, para vocês; é claro!

Chris Maksud da TV Cultura mencionou Sergio Camargo, presidente da Fundação Palmares, que descreveu o filme de Wagner Moura, com essa cinebiografia, como um filme racista por chamar cada homem preto honrado ao escalar um ator negro para fazer o papel de um marginal psicopata, se referindo a Carlos Marighella.

O terrorista que era branco foi interpretado pelo ator negro, Seu Jorge.

Nesse momento Moura afirmou que não iria comentar porque não tem nenhum respeito por nenhuma pessoa que faça parte desse governo. "Nem por esse cara (Sérgio Camargo), nem aquele outro cara da Secretaria Nacional de Cultura" (Mario Frias)... E completou: "a gente precisa escolher os combates que a gente tem que combater”.

A afirmação gerou uma resposta dura e imediata do Secretário Nacional de Cultura, Mario Frias: É reciproco então

“Não sinto nada além de desprezo por esse sujeito patético que bate palma pra bandido”.

Veja o vídeo:

Frias sabe de quem está falando. Marighella estimulava ações violentas e chegou a escrever um livro “Mini Manual do Guerrilheiro Urbano”.

É curioso que entre vários absurdos, ele se preocupa em detalhar as vantagens da emboscada, como se deve ‘castigar policiais com a morte’ entre outras demonstrações de crueldade.

Onde morreu Marighella? Na Alameda Casabranca, região nobre dos Jardins em São Paulo. Como? Numa emboscada feita pelos mesmos policiais que ele planejava matar. Ele cruzou com o mítico delegado Sérgio Paranhos Fleury. Infelizmente, esse terrorista, com vários homicídios no lombo, foi anistiado postumamente pelo governo Dilma.

da Redação
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