O delírio da "Pseudo-Esquerda" que atrasa o país e o mundo

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“A Felicidade Não Se Compra” (em Inglês “It’s a Wonderful Life”) é considerado um dos melhores filmes de todos os tempos.

Foi indicado a cinco Oscars, incluindo o de Melhor Filme, e foi reconhecido pelo American Film Institute como um dos 100 melhores filmes americanos já feitos.

A história é bem conhecida: um anjo é enviado do Céu para ajudar George Bailey, estrelado por James Stewart.

George tinha desistido de seus sonhos para ajudar outras pessoas trabalhando no banco criado pelo pai. Em certo momento, cheio de problemas, George pensa em se suicidar. O anjo, Clarence, acaba mostrando a George como a vida seria diferente para todos se ele não tivesse existido.

O vilão da história é um velho avarento chamado Sr. Henry Potter. Ele é dono de muitos imóveis na cidade e cobrava alugueis caros, não perdendo nenhuma oportunidade para explorar os outros.

O filme é um clássico.

Já se escreveu muito sobre ele, mas eu queria adicionar uma perspectiva nova para esse Natal de 2021. O contraste entre George Bailey e Mr. Potter simboliza muito bem a falsa polarização que existe no Brasil entre “direita” e “esquerda” e no mundo todo entre “capitalismo” e “comunismo”.

Como disse Thomas Sowell:

“Nenhum governo de esquerda fez tanto pelos pobres quanto o capitalismo. Mesmo quando se trata de redistribuição de renda, a esquerda fala o que fala, mas o mercado livre anda. O que os pobres mais precisam? Eles precisam deixar de ser pobres. E como isso pode ser feito, em escala, se não por uma economia que cria mais riqueza? Ainda assim, a esquerda política há muito tem uma notável falta de interesse em como a riqueza é criada. Para eles, a riqueza existe de alguma forma e a única questão interessante é como redistribuí-la”.

Para quem não sabe, Thomas Sowell é um brilhante economista americano, negro, nascido em 1930 em uma família muito pobre. Trabalhou na Universidades de Chicago, Columbia e Harvard. Ele foi Marxista por muitos anos. Depois percebeu que a teoria Marxista como ideia é maravilhosa, mas como realidade é desastrosa.

“O socialismo não funciona, mas cada falha acaba sendo explicada pela inadequação de determinados líderes”.

Voltamos então a uma cidadezinha imaginária chamada Bedford Falls, onde coexistem dois capitalistas: George Bailey, o banqueiro humanista e Henry Potter, o selvagem capitalista.

George Bailey era um grande sujeito, mas não acreditava em paternalismo, populismo, em dar dinheiro de graça. Ele emprestava dinheiro, mas sem muita burocracia e com juros mínimos. Quando houve a crise da Bolsa nos EUA em 1929 ele usou o dinheiro de sua lua-de-mel para apoiar quem precisava, de forma honrada.

Ele era empreendedor, iniciou loteamentos, investiu em infraestrutura e ajudou as pessoas da cidade a terem casa própria. Um capitalista do bem.

Em contraste, Potter tentou lucrar com a crise e preferiu criar relações de dependência, na qual os pobres teriam que pagar alugueis cada vez mais caros para ele. Um capitalista do mal.

De modo geral, a esquerda ataca o capitalismo como se todos fossem banqueiros ambiciosos, avarentos e sem escrúpulos como Henry Potter. Mas, na verdade, não existe outro sistema de produção. A História prova, através de dados concretos, que o Estado é um péssimo empreendedor. Mas, como disse Sowell, “geralmente é fútil tentar falar de fatos e análises para pessoas que estão desfrutando de um senso de superioridade moral em sua ignorância.”

A atual polarização no Brasil parece mostrar duas tendências: aqueles que querem engordar o Estado para continuar mamando em suas tetas, enquanto perpetuam um populismo paternalista disfarçado de “justiça social” – essa é a nossa pseudo “esquerda”, querendo derrubar o atual governo a qualquer custo.

Por outro lado, há aqueles que acreditam em mais transparência, no dinamismo da iniciativa privada, no vigor das exportações, na geração de empregos, no fortalecimento de um mercado interno, na conclusão de obras paradas por governos anteriores, no enxugamento da máquina pública.

Esse parece ser o caminho de desenvolvimento sendo proposto pelo atual governo, com todas as suas imperfeições e seus inimigos: a mídia que parou de ganhar dinheiro do governo, políticos que pararam de lucrar com um Estado gordo, corruptos que se beneficiam do dinheiro público e reagem a qualquer reforma, governos de esquerda que ganhavam dinheiro de graça do BNDES, traficantes que se beneficiavam da misteriosa falta de policiamento em fronteiras e estradas nos governos anteriores, juízes que agora estranhamente se posicionam politicamente, artistas milionários que lucravam com dinheiro de graça que deveria beneficiar a cultura popular, e todos aqueles desfrutando de um senso de superioridade moral porque teimam em pensar que o governo atual seria representado pelo avarento, egoísta, genocida, fascista, direitista Henry Potter.

Precisa desenhar?

A mensagem do anjo Clarence é simples: felicidade é ter amigos. No final, George Bailey, o capitalista humanista, acaba sendo aclamado por muitos. Mais ou menos como um Presidente que a gente conhece.

Jonas Rabinovitch - Arquiteto Urbanista e Conselheiro Sênior para Inovação e Gestão Pública em uma conhecida Organização Intergovernamental em Nova York.

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