Punição de Miss Brasil não teve nada a ver com posição contra Bolsonaro, mas com 'golpe' contra produção do concurso, diz estilista

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A atual miss Brasil, Júlia Gama, realmente foi desconvidada de sua participação na final do concurso deste ano, porém o verdadeiro motivo não teria qualquer ligação com seu posicionamento político, conforme ela alegou e foi repercutido em diversos veículos da velha mídia.

A miss por diversas vezes já manifestou o seu posicionamento contrário ao presidente Jair Bolsonaro, mas a questão política não influenciou em sua punição, pelo menos é o que garante Dimas Ribeiro, assessor comercial da estilista Daniela Setogutti, responsável pela produção dos vestidos da premiação.

Júlia Gama planejava dar um ‘golpe’, com o superfaturamento de um dos vestidos pagos pela produção do concurso.

“Ela se mostrou incisiva e sempre quis passar por cima da organização do Miss Universo Brasil”, disse Dimas.

E complementou sua explicação sobre o caso:

“Muitos assuntos ela solicitou que a gente tratasse diretamente com ela. Dessa forma, a organização Miss Universo Brasil solicitou que fosse passado um orçamento do vestido. Quando Julia ficou sabendo disso, ela nos pediu para ver o que havíamos orçado e, ao mesmo tempo, para aumentar o valor final do orçamento. Não entendemos qual era o objetivo dela e ficamos preocupados em repassar para a organização um valor mais alto. Mesmo com o pedido de Julia, preferimos enviar para a organização o orçamento real”.

O colunista Léo Dimas, que noticiou a suposta tentativa de ‘golpe’, teve acesso aos prints das conversas entre a estilista e a miss, que comprovam as acusações de Dimas Ribeiro.

da Redação
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