Ao vivo, procurador tece fortes críticas ao Supremo e deputado anuncia: "Bom nome para o STF" (veja o vídeo)

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Em entrevista recente à TV BandNews o procurador de Justiça do Rio de Janeiro, Marcelo Rocha Monteiro, criticou fortemente a decisão do STF de junho de 2020 que proíbe Operações Policiais nas favelas do Rio durante a pandemia do Covid-19. Veemente, ele afirmou:

"Essa proibição absurda do STF sem nenhum amparo na lei, só fortaleceu o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro."

São 1900 comunidades na região metropolitana do Rio, 85% delas dominadas pelo tráfico.

Um exemplo é a ‘comunidade’ do Salgueiro, nas margens da BR-101 para quem vai para Região dos Lagos (Buzios, Cabo Frio, etc) onde os traficantes atacam caminhoneiros, turistas e até ônibus de passageiros. A polícia teve que fazer essa operação para reprimir o crime nesse local e um sargento da Polícia Militar foi assassinado pelos criminosos; então BOPE foi acionado e houve intensa troca de tiros resultando na morte desses nove marginais.

Desses, cinco já tiveram seus antecedentes levantados e é gente que praticou homicídio, tráfico, são bandidos de altíssima periculosidade. Um deles, era traficante e assaltante no Pará.

Reforçando aquilo que a polícia do Rio de Janeiro já havia antecipado, este ‘salvo conduto’ para o crime nos morros cariocas está atraindo criminosos de outros estados porque a situação fica atrativa para os criminosos, “tudo por conta dessa decisão (do STF) repito, absurda e ilegal”.

Por que essa proibição seria só até o fim da pandemia, afirma o procurador ‘não tem nada na lei dizendo que a polícia não pode reprimir o crime durante uma pandemia (..) a nossa referência na justiça tem que ser a lei mas infelizmente hoje para o Supremo Tribunal Federal a lei deixou de ser uma referência’.

O deputado federal Sargento Gurgel, enalteceu o procurador e disparou:

"Inacreditável que um procurador da justiça teve culhão para falar dessa forma.
Bom nome pra uma futura vaga no STF.
Sensacional."

Confira:

A ORIGEM DO CAOS

No dia 05 de maio de 2020 o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu em decisão liminar (provisória) a realização de operações policiais em comunidades do Rio durante a pandemia do coronavírus.

Posteriormente essa decisão foi ratificada pelo plenário do STF. Desde então não apenas a polícia mas o estado como um todo parou de estar presente nessas 1,900 favelas (eufemisticamente chamadas de ‘comunidades’). Nem correios, nem o serviço de agua, nem de energia elétrica ou telefonia. Quem controla tudo isso agora é o tráfico, um em cada quatro cariocas vive sob as leis da bandidagem.

É um exército de 56.000 marginais armados até os dentes, alguns como treinamento militar. Os índices de mortalidade na PM carioca, percentualmente são maiores que as do exército americano na 2ª Guerra ou na Guerra do Vietnã.

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da Redação
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