Se for eleito, Lula precisa “governar como um ditador sanguinário", afirma jornalista esquerdopata

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O jornalista Eduardo Vasco, do Diário da Causa Operária, um jornal de extrema esquerda, publicou artigo preocupante, nesta segunda-feira (29).

Ele disse que, caso o ex-presidente e ex-presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seja eleito em 2022, precisa “governar como um ditador sanguinário".

Sim, você não leu errado. De acordo com o comunicador, Lula deve seguir as ações antidemocráticas de outros ditadores espalhados pelo mundo e prender inimigos, agentes estrangeiros, regular a imprensa e nacionalizar empresas. Enfim, fazer tudo para "garantir e preservar as conquistas sociais".

“Ortega, Maduro (e antes Chávez) e (Miguel) Díaz-Canel (anteriormente Fidel e Raúl Castro) (...) Prenderam os agentes estrangeiros. Nacionalizaram os setores estratégicos da economia, tirando-os das mãos dos monopólios capitalistas. Armaram a população. No caso mais radical (que deve ser o exemplo para todos nós), os cubanos fuzilaram os torturadores e assassinos da ditadura títere dos EUA encabeçada por Fulgencio Batista", escreve Vasco.

E prossegue em sua sanha:

“A esquerda tem que decidir o que é melhor. Ser bem-comportada e deixar a direita, a burguesia e o imperialismo desmontarem a soberania nacional e os direitos do povo, ou ser radical, extremista e linha-dura, esmagando os agentes estrangeiros e expulsando o imperialismo do País.”

E finaliza:

“Se Lula pretende voltar ao governo ─ e permanecer ao menos por quatro anos ─, ele precisa fazer como os ‘tiranos’ que apoia. Afinal, foram os únicos governos de esquerda da região que resistiram ao golpe imperialista. Resistiram porque foram malvados”, explica.

Assim pensa a esquerda radical. Assim pensa o ex-criminoso Lula, pois apesar do discurso do PT em defesa da “reconstrução” da democracia diante do governo Bolsonaro, o líder petista e outras lideranças da sigla costumam não apenas dar apoio a ditadores de esquerda, mas a outras pautas antidemocráticas, como a regulamentação das redes sociais e da imprensa.

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da Redação
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