Ex-chefe do FMI é absolvido de acusações sobre escândalo sexual

Na França, recorrer aos serviços de uma prostituta não é ilegal, mas incitar ou organizar seu trabalho é considerado crime.

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn da acusação de proxenetismo (obtenção de vantagens econômicas com a prostituição alheia).  

O final do processo pelo escândalo na França vem quatro anos depois que o ex-chefe do FMI foi acusado de abuso sexual por uma camareira em um hotel de Nova York – pondo fim às ambições de Strauss-Kahn de se tornar presidente da França.

A decisão desta sexta acompanha a visão da promotoria, que em fevereiro pediu a absolvição de Strauss-Kahn, de 66 anos, por falta de provas.

"Nem a informação judicial, nem a audiência permitiram estabelecer a infração de proxenetismo agravado para Strauss-Kahn", declarou à época o promotor Frédéric Fèvre, ao concluir sua alegação final. Dois advogados de autores da ação judicial contra Strauss-Kahn também haviam anunciado que iriam retirar suas queixas de delitos sexuais contra o denunciado.

A decisão judicial coloca fim a quatro anos de escândalos sexuais que acabaram com a carreira política de Strauss-Khan. 

da Redação

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