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Polêmica do tal Monark expõe defensores do comunismo, que se fazem de neutros e isentos

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Para uma coisa serviu essa polêmica do tal Monark: expor a quantidade de defensores do comunismo que se fazem de neutros e isentos.

Basta ver a indignação da mídia toda vez que o comunismo é equiparado ao nazismo, como se não houvesse semelhanças entre a intenção de eliminar "raças inferiores" e a intenção de eliminar uma "classe social".

A vantagem do comunismo é ser visto como um sonho de acabar com as injustiças do mundo. Por isso pode matar - e matou - muito mais gente sem ser tão mal visto.

É a filosofia da sagrada revolução.

Cada indivíduo tem a possibilidade de se sentir protagonista de uma história cujo o fim é supostamente conhecido e bom. Basta pregar a heroica destruição dos "poderosos opressores”.

Só que na prática a teoria é outra. Quem morre é o próprio povo, que passa a ser oprimido por uma nova elite política.

Quando a verdade de seus horrores é exposta: "deturparam Marx".

Por isso o comunismo fez tanto sucesso. Os jovens se sentem heróis revolucionários e não podem ser julgados por seus atos. E alguns jovens, convenientemente, nunca amadurecem.

Herbert Passos Neto.

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da Redação
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