Deu pra ti, vai pra Porto Alegre...

Ninguém consegue enganar a todos por muito tempo. O Brasil foi vítima de um partido travestido de vestal inquebrantável, que pretendia se perpetuar no poder, minando as instituições com elementos inescrupulosos e incompetentes, como ficou demonstrado com o desmonte da Petrobras.

Com a engenharia corrupta montada pelo PT, o país desperdiçou todo o esforço do Plano Real, retroagindo ao pior momento de sua historia, com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados, empresas fechando as portas diariamente, a volta da inflação corroendo o bolso dos contribuintes, descrédito internacional, enfim, enquanto outras economias mundiais enfrentaram a crise internacional com eficiência, o Brasil sucumbiu não somente a ela, mas às políticas desastradas de Dilma Rousseff.

Para quem acreditava na seriedade da presidente afastada, por ocasião de sua campanha política, que prometia um Brasil pujante - sem miséria, desemprego e produtivo – a realidade brasileira desautoriza qualquer credibilidade a Dilma Rousseff, que fraudou contas com fins eleitorais.

Com argumentos inconsistentes, desgastados e piegas, o advogado de defesa disse que o governo do PT incomodou as elites.  Mas quem são as elites? Os banqueiros que nunca faturam tanto quanto no governo petista? E, por acaso, Dilma, Lula, que enriqueceu só vivendo de política, Eduardo Cardozo e toda cúpula política do PT não fazem parte da elite brasileira?

E se não bastasse, o Bloco da Minoria, petista e comunista, entra com representação contra depoentes, no desespero dos derrotados, que não querem ver o país ser passado a limpo.

Não obstante o contorcionismo do PT e partidos de apoio, por 61 votos sim e 20 não, Dilma Rousseff perde o mandato de presidente da República, mas mantém os direitos políticos, por manobra do PT e PMDB, endossada vergonhosamente pelo presidente do STF, Ricardo Lewandwski, que aceitou o fatiamento do impeachment em flagrante desrespeito à Constituição Federal, mas que já está sendo questionado na Suprema Corte.

Tchau, querida! Deu pra ti, vai pra Porto Alegre...

Júlio César Cardoso

da Redação

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