Jacques Wagner, o ‘passivo’ de Léo Pinheiro não é perdoado por Reinaldo Azevedo (veja o vídeo)

Léo Pinheiro apelidava a todos os seus interlocutores que atuavam em seu vasto esquema de distribuição de propina.

Eduardo Cunha era o Caranguejo; Renan Calheiro, o atleta; José Sarney, o escritor; Eduardo Paes, o nervosinho; Humberto Costa, o Drácula; Lindbergh Farias, lindinho; Manuela D’Ávila, o avião; Romero Jucá, o cacique; Sérgio Cabral, Proximus; Jarbas Vasconcelos, Viagra; e Jacques Wagner, o passivo.

Uma análise apurada, percebe-se que o empreiteiro era extremamente espirituoso e que todos os apelidos tinham identificação com o seu dono.

O comentarista político Reinaldo Azevedo, não perdoou o ex-ministro.

Veja o vídeo produzido pela Jovem Pan, especialmente para o Jornal da Cidade.

da Redação

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