No último dia de gestão, “calça apertada” dá um presentão para a CCR

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A CCR foi formada a partir da unificação das construtoras Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa.

Essa junção dessas duas gigantes, deu origem a uma empresa que em seu período de existência já angariou um péssimo histórico de não-cumprimento dos contratos de concessão, e até mesmo tem sido acusada de envolvimento com propinas a políticos para alteração de seus contratos e aumento indiscriminado dos pedágios.

Outra crítica contra a CCR é praticar grande deságio nos preços dos pedágios nos leilões de rodovias, para vencer os leilões, e depois realizar pedidos de reequilíbrio financeiro.

O que aconteceu no apagar das luzes do governo de João Doria parece corroborar todas as suspeitas acima descritas.

Eis o que diz o “radar econômico” da Revista Veja:

“No último dia de governo João Doria, o estado de São Paulo prorrogou a concessão de rodovias da CCR por mais de 3.900 dias, quase 11 anos. O prazo foi calculado com base nas contas da Artesp que tem promovido reajustes por desequilíbrio econômico nas rodovias de 9.500%, mas sem explicar as premissas das contas. A prorrogação fez parte de um acordo firmado com a empresa e o governo em meados do ano passado.”

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Fonte: Revista Veja

da Redação
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