Quais os ministros do STF que livraram os petistas do crime de formação de quadrilha no mensalão

Em dias quando dois petistas que ocuparam o Ministério da Fazenda vão contar coquinhos no xilindró, onde também já estão os três últimos tesoureiros do PT e quase toda cúpula partidária no âmbito das investigações da Operação Lava Jato, é importantíssimo lembrar o que aconteceu no Supremo Tribunal Federal (STF) com os pilantras nacionais julgados na Ação Penal 470, o famigerado Mensalão.


Dez anos após os fatos, mesmo com provas dos crimes cometidos e diversas condenações, seis ministros do STF entenderam que ‘os réus não formaram uma associação criminosa com o objetivo específico de cometer crimes". Noutras palavras, todos foram absolvidos do crime de formação de quadrilha. Fonte: G1 (veja aqui)

Hoje, diante da imensa quadrilha que a República de Curitiba revela ao Brasil, não é difícil concluir o óbvio: as investigações relativas à Ação Penal 470, conduzidas pelo então ministro Joaquim Barbosa, foram vergonhosamente pífias, sem profundidade técnica ou vontade de verdadeiramente punir os bandidos de colarinho-branco do Brasil. Além, é claro, dos ‘votos-companheiros’ dos supremos togados. Um circo, em suma.

É importantíssimo lembrar os nomes dos seis ministros que absolveram a quadrilha exatamente do crime de formação de quadrilha. São eles:

→ Carmen Lúcia, atual presidente do STF;
→ Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no STF;
→ Dias Toffoli, ex-advogado do PT;
→ Ricardo Lewandowski, ex-presidente do STF;
→ Luís Roberto Barroso, autor da tese de "não-quadrilha";
→ Rosa Weber, que agora salva Dilma Rousseff.



Reitero a importância de lembrar tais nomes e seus votos de absolvição uma década após os crimes, porque num país sem memória, o povo é eternamente roubado e os ladrões ainda são chamados de ‘autoridades’ e até ‘santos’.

Coisas de  #BananeiraJeitinho 

Helder Caldeira

da Redação

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