Guerra fria

14/05/2022 às 17:19 Ler na área do assinante

Manter a tensão entre o Supremo Tribunal Federal e Jair Bolsonaro até o dia das eleições gerais de 2022 e igualmente depois desta em face da certa reeleição do atual Presidente da República, isto é, manter “a guerra fria” que insulta a República e desta feita por causa do perdão concedido ao deputado Daniel Silveira, em relação ao qual se poderia comprometer a própria vida e de sua família, sem dúvida que hoje é o maior propósito dos Ministros da Corte. Senão de todos pelo menos da maioria deles.

Com isso se quer adiar ao máximo uma decisão sobre o óbvio, ou seja, sobre a legalidade da prerrogativa constitucional do Presidente da República de conceder, ao seu inteiro alvedrio, o indulto (ou graça) a qualquer apenado, que sordidamente foi questionada numa ação judicial interposta no STF pela Rede Sustentabilidade - um partido nanico com alguns membros condenados na Operação Lava Jato – e que tem como relatora uma desafeta do Presidente, a ministra Rosa Weber.

Contudo, tal como na antiga “Guerra Fria”, isto é, como naquele período histórico do século XX no qual o mundo ficou dividido em dois blocos políticos e ideológicos, comandados de um lado pelos EUA e de outro pela URSS e no qual ocorreu a primeira grande derrota do comunismo escravagista para o mundo das Nações livres, aqui também neste ano aquele regime ateu e assassino sucumbirá uma vez por todas. A conferir.

Pelo que está no ar e consta de muitas notícias veiculadas pela imprensa ainda livre, a tendência é a de prolongar ao máximo este estado de insegurança jurídica, valendo-se para tanto de todos os meios “chicanistas” e procrastinatórios para manter insepulta uma risível ação judicial, liderada por um desses “molequinhos” da classe política abjeta e pressurosamente acolhida pela mais alta Corte do País.

A esta altura dos acontecimentos o fato não mais surpreende porque há muito que patifarias daquele jaez vêm ocorrendo tendo como protagonistas os Mandarins do STF, desde que se feriu de morte o parágrafo único do artigo 52 da Constituição de 1988 para manter os direitos políticos da impichada “Anta Guerrilheira”, seguindo sem cessar até os dias de agora quando outros Mandarins da Corte libertaram o maior ladrão da coisa pública da história contemporânea - tramando inclusive para colocar na cadeia o magistrado e os promotores de Justiça que o condenaram a vinte anos de cadeia – bem como, também, garrotilharam seus cativos parlamentares no Congresso Nacional para derrubar a possibilidade de se ter um “voto auditável” e para criar um palanque político, que acabou conhecido como a “CPI do CIRCO”, com o qual sonhavam impichar Bolsonaro.

Por último, o ultrajante desafio que se quer impor à nossa sociedade, na qual já fervilha o inconformismo e a revolta, é a desmoralização das Forças Armadas, justo porque, com certeza, se trata da última instituição completamente confiável pelo povo brasileiro.

Estou seguro de que a rastaquera armadilha armada para os militares – de quem os vermelhos têm ódio e nojo pela derrota que lhe foi imposta em 1964 - no sentido de cobrar deles submissão ou vassalagem sob a tola e vil ameaça de voltar a acusá-los de torturadores por mais trinta anos não lhes causa a menor comoção e que a ira dos togados não lhes comove ou empareda de forma alguma.

Entretanto é inadmissível a petulância dos reais inimigos da democracia e verdadeiros traidores da Pátria, quando ousam dizer ao povo o que fazer, justamente a um povo que jamais lhes deu um voto sequer.

É intolerável, por exemplo, que um Mandarim de Dilma no Tribunal Superior Eleitoral - TSE, escarneça, denigra e ofenda as Forças Armadas porque pretende que alguns Ministros daquela Corte sejam “os donos” do resultado das próximas eleições gerais e, igualmente, que o ladrão de fama internacional que “descondenaram” para concorrer ao pleito de outubro diga, diante de comparsas, que se o Presidente da República não se reeleger será preso ou morto, juntamente com sua família, como se vê de diversos vídeos postado nas redes sociais.

As incontáveis manifestações nas redes sociais e as vozes de milhões de patriotas pelas ruas do Brasil inteiro dão conta, para o País e para o mundo, de que o povo da Nação Verde e Amarela está ciente de todo o mal que se premedita contra nossa gente e está consciente do perigo de se implantar a fórceps, nestas plagas, um regime comunista ainda mais perverso do que o de Cuba e o da Venezuela.

Assim, não dá mais Senhor Presidente!

É imperioso que o Chefe do Estado, que o Chefe do Governo e sua leal equipe, que o Chefe Político desta Nação democraticamente eleito por mais de 57 milhões de brasileiros, bem como o povo do bem que não transige com sua cidadania, que todos juntos (omnes simul) ponham fim a essa escalada de insultos às instituições e aos direitos dos cidadãos, sobretudo à sua liberdade, ignomínias que criaram no País um ambiente de medo e de desesperança jamais visto em sua história.

Sr. Presidente, esta Nação não pode quedar-se indiferente, nem mesmo em face de seu acendrado apego às quatro linhas da Carta Política que a rege, porque é justa esta que se deve preservar a qualquer preço da sanha que pretende violá-la.

Nossa gente deve reclamar no mesmo diapasão e com igual intensidade com que os vermelhos e os corruptos nos negam a procedência de nossa reclamação. Nós, os patriotas, reclamamos em nome de uma justiça que até aqui logramos manter a duras penas e que custa muito do suor de nossa gente, pois se fosse para exercer uma justiça semelhante à dos “comunofascistas”, com certeza que todos os Contras e os Terceiroviistas estariam presos ou mortos.

Por fim, reclamamos também em nome de uma tradição de respeito à dignidade elementar do homem e às liberdades básicas da vida cívica que se clama em solo nacional desde o dia do “Grito do Ipiranga”.

Quem é esta malta de vilões, tutores ou mentores de araque encomendados por poderosos daqui e do exterior, com mandatos perpétuos e sem limites, destinados a afrontar o Poder popular, justo aquilo que nada e ninguém podem desafiar?

A esquerda delinquente quer o poder de volta e, como um dia disse a “petralha sequelada”, Dilma Rousseff, “vale até unir-se ao diabo para ganhar as eleições”. A hora é grave. É a hora da mais grave crise política de que se tem notícia nestes últimos tempos.

Tempos de aflições sociais, com tamanha angústia e tão graves apreensões que contemporizar pode levar a se pôr mais lenha à fogueira, à fogueira que está sendo ateada pela mão inconsequente da esquerda ladra e leviana que quer por que quer dominar todos os poderes deste País, primeiro degradando-os, para depois levar o Brasil à convulsão social.

Assim como na hora mais tensa da “Guerra Fria”, em 1962 – episódio da instalação de mísseis nucleares soviéticos em Cuba – quando John F. Kennedy colocou os russos para correr daquela ilha caribenha, também aqui, Jair Messias Bolsonaro dará conta do recado e fará os vermelhos baterem em retirada.

Porém, a guerra fria, covarde, infame e desprezível daquela gente do mal aí está. Não há como parar de lutar.

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.


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