As Universidades Federais não estão jogadas às moscas, mas aos capirotos (veja o vídeo)

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A educação virou ferramenta de manobra ideológica nas mãos de políticos, e isso é fácil perceber à medida que estes mesmos políticos migraram seus “investimentos” das mídias de comunicação (canais de televisão, rádios, jornais e outros) para as escolas e faculdades.

A massificação de capital eleitoral não tem a mesma dinâmica e fluidez que os meios de comunicação oferecem, mas, por outro lado, “trabalhar” com as mentes de alunos tem uma força temporal e doutrinária que os compensa. Ou seja, um longo tempo cativando, doutrinando e amestrando essas mentes, desde a escola fundamental até as universidades, forma um bolo gigante de cidadãos vulneráveis ao ato de pensar. E esses futuros pseudo intelectuais irão para o mercado “trabalhar” por anos a fio, a favor deles, políticos.

Essa atuação política, pelo revesso, remete-me aos textos do professor José Carlos Bortoloti, o professor Borto, que tem como marca das chamadas de seus artigos, colunas ou posts nas redes sociais, o eloquente e sábio #PensarNaoDoi. E não dói mesmo! Só que essa massa doutrinada pelas ideologias, não percebem isso, e sem entender nada do que os rodeiam, deixam que outros pensem por eles. E seguem este caminho, muitas vezes por uma vida inteira.

Mas uma pertinente e cuidadosa observação, faz ver que uma quadrilha de intelectuais, nem todos, claro, foi ainda mais fundo nessa formação de delinquência. Uma forma mais do que perversa começou a tomar conta das instituições educacionais. Trata-se aqui, neste contexto, da esquerda brasileira.

Eles não pouparam esforços e recursos para aparelhar a educação, desde as escolas fundamentais até as universidades, repito. E quando chegaram ao poder, desde a eleição do socialista Fernando Henrique Cardoso, até as instituições governamentais ficaram à mercê do sistema.

Hoje, décadas passadas, assistimos a um corpo docente, e mesmo suas diretorias, completamente comprometidos com as causas esquerdistas. As universidades, que deveriam ser templos do saber, estão atingidas em cheio! E o que dizer do corpo discente? As imagens são esclarecedoras... Questionamos se realmente é uma universidade ou alguma penitenciária.

E não aponto apenas ao ensino em si, mas, administrativamente, a normas, regulamentos e até a leis, sempre a criar campos adubados para as tretas e mutretas. As universidades são como uma cidade autônoma e independente, fora do alcance das ordens institucionais externas. Tudo porque estão amparadas na Constituição Federal de 1988, em seu artigo 207.

Ao governo federal, em última instância, resta custear e financiar todo o sistema, obrigatoriamente. Há quem discuta a interpretação deste artigo no tocante às questões de sua autonomia, mas o certo é alterar no campo legislativo, e isso apenas o Congresso Nacional pode fazer, via PEC (Proposta de Emenda Constitucional).

Mas o sistema é forte, e nossos nobres parlamentares buscam mudar uma questão que causa polêmica. Está em discussão na Câmara dos Deputados a alteração do artigo 206 da Constituição Federal que reza a gratuidade nas Universidades Federais, passando a cobrar daqueles que “podem pagar”. Não vou entrar no mérito, mas posso abrir meu ponto de vista - “Essa PEC elimina a essência da criação das Universidades Federais.”

Enquanto isso, a tal autonomia das universidades geram denúncias de toda ordem. A começar pela escolha do reitor, e sua famosa e desalmada lista tríplice, passando pelas licitações e gastos livres, militância política e politicagens, além da permissividade para comportamentos e atividades criminosas dentro de campus universitários.

E mais uma vez recorro a um professor que luta pelas reformas administrativas nas universidades, para clarear as coisas. Trata-se do professor Mauro Rosa, que trabalha na UFRJ, dono de um currículo com 32 anos como professor, sendo 14 deles em universidades. Por conta dos desmandos que ocorrem dentro destas instituições, o professor sofre com discriminação, assédio moral, perseguição, processos administrativos, enfim, até ameaças de morte. Com propostas sólidas para reformas nas universidades, via legislativo, defino como prioridade a ideia do professor em abrir uma frente parlamentar para levar as propostas para discussão dentro do Congresso Nacional. Portanto, senhores pré-candidatos ao senado e à Câmara dos Deputados, a exemplo do próprio professor, prestem atenção a esta importante pauta.

E alunos que divergem das condutas e discursos reinantes também sofrem, e apresento aqui o vídeo em que o professor Mauro Rosa conversa com um aluno da USP, Wesley Caíque. E como aconteceu com o Wesley, muitos outros alunos passam por esse verdadeiro e traumático martírio em sua formação acadêmica.

Assista ao vídeo:

Publico, ainda, a live entre o professor Mauro Rosa e o deputado estadual Bruno Engler do PL/MG, onde abordam exatamente esse tema das universidades.

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Foto de Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Articulista
@ssicca no GETTR

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