Jornalista se posiciona sobre artigo a respeito de declaração do ator Wagner Moura

Procuro exercer meu ofício com extrema responsabilidade e profunda paixão. Amo o meu labor e sou muito feliz.


Óbvio que para o bom jornalismo a fonte é essencial.

Assim, é primordial a análise sobre a fidedignidade da fonte.

Há poucos dias, o jornalista Lauro Jardim, do jornal ‘O Globo’ publicou que o ator Wagner Moura havia recusado um convite do cineasta José Padilha para personificar o juiz Sérgio Moro num filme sobre a Operação Lava Jato. Uma fonte confiável.

Na sequência, Rafinha Bastos, publicou nas redes sociais que o ator teria recusado o convite sob a alegação de que não interpretava ‘mau-caráter’.

Ora, o Lauro Jardim merece respeito.

Da mesma forma, queiram ou não, o Rafinha tem uma boa história.

Por outro lado, sei de sua veia humorística, todavia, o post não tinha tom de piada. Muito pelo contrário, foi publicado como um assunto sério. Inclusive, debatido intensamente na postagem.

Não era uma piada, não era coisa engraçada, ninguém riu daquilo.



Assim, com base na notícia divulgada por Lauro Jardim e no histórico do Rafinha, também jornalista, formado na PUC de Porto Alegre-RS, ex-CQC, com passagens pela RBS, Rede TV! e Band, polêmico, mas respeitado, embarquei na postagem e fiz o artigo, condenando o ator pela declaração (veja aqui).

Na sequência veio o desmentido de José Padilha, dizendo que sequer tinha feito o convite ao ator.

O próprio Moura também desmentiu.

Imediatamente pedi a editoria do Jornal da Cidade que publicasse minha retratação. O que foi feito incontinenti (veja aqui).

Assunto encerrado?

Coisa nenhuma. Não para os militantes petistas, que vieram com toda a carga, com inúmeras ofensas, palavras de baixo calão e considerações abomináveis.

Quanto ódio...

Lamentável!

Amanda Acosta

redacao@jornaldacidadeonline.com.br

da Redação

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